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Shvoong Home>Direito E Política>Resumo de O Holocausto Judáico = A Punição de um Deicídio.

O Holocausto Judáico = A Punição de um Deicídio.

Resumo do Artigo   por:PauloRobertoI     Autor : Paulo Roberto I
ª
 

O Holocausto Judáico = A Punição de um Deicídio.

www.paulorobertoprimeiro.com/holocausto.html

Longe de mim ser esta uma propaganda anti-semita, antes é a averiguação justa pelo Ângulo de Visão do DEUS DÍsrael, de um fato histórico. Até mesmo porque, como judeu eu seria tão insano quanto o foram os partícipes do quadro que deflagrou a ira em Auschwitz contra o meu povo, conseqüência de uma atitude coletiva de insensibilidade. Irrefutável, um ato irresponsável. Mas declaro sim em nome do DEUS D`Israel, como diz Isaías 58

...levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão... (v.1)

O Dicionário Escolar da Língua Portuguesa – Francisco da Silveira Bueno – MEC-FUNAME. Na Página 331 define

Deicídio = Morte que os judeus deram a Cristo.

Se pudéssemos atualizar a cena de julgamento de JESUS, como uma reportagem televisiva, assim como registra o evangelista Mateus cap. 27 versos de 11 a 56, assistiríamos perplexos à insensatez decidida e efetiva no momento em que Pilatos tentou dar outro destino ao CRISTO, que não a crucificação.

Diante da imutabilidade de um DEUS infalível, o povo escolhido, deixou de avaliar espiritualmente, segundo Aquele que os havia criado, para fazerem uma fanática averiguação a nível humano, religioso e carnal.

No mais tenso momento do injusto, hábil e tendencioso julgamento, Pilatos tentou ainda modificar a cena que condenaria o Filho de DEUS, (Mt 27 versos 15-18). Porém unânimes, os judeus deliberadamente preferiram soltar ao conhecido Barrabás, preso e responsabilizado publicamente por qualificado delito. Em contrapartida, num ato de total insanidade, preferiram ao malfeitor Barrabás, não só concedendo a ele liberdade, mas enfaticamente declarando quanto ao Filho do DEUS D`Israel que fosse entregue à crucificação.

Pilatos, pondo em prática sua percepção, e avisado por sua esposa a respeito do sonho-revelação que naquela noite ela tivera tomando água lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo: considerai isto.(v.24)

Irresponsavelmente os judeus, naquela hora, não só fizeram-se responsáveis pela condenação crucificatória, como responsabilizaram também seus descendentes quanto àquela decisão: E, respondendo todo o povo, disse: O seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos. (v.25)

Com isso ativaram o cumprimento da Palavra Divina, que seria mais tarde escrita através do judeu convertido a CRISTO, Saulo de Tarso, o apóstolo Paulo.

DEUS não se deixa escarnecer, porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. (Gal 6:7)

Ao semearem sobre o Filho de DEUS a morte de um Justo, ceifaram através do Holocausto, em Auschwitz a morte de muitos descendentes diretos daqueles manifestantes religiosos.

JESUS, segundo o Novo Testamento revela, encarnou a Palavra viva de DEUS, conseqüentemente, naquele momento, mal entendendo a atuação aparentemente contraditória do Mestre, inconseqüentes, afastaram do caminho Aquele que parecia barrar-lhes o caminho para achegarem-se ao DEUS D`Israel, desconhecendo que também JESUS havia encarnado em si mesmo o próprio Caminho.

Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a resta justiça. (Jo 7:24)

A mim, inusitadamente, em 11 de Setembro de 1.981, final do século XX, (exatamente 20 anos antes do ataque às Torres Gêmeas), o mesmo JESUS CRISTO, num estado de total glorificação (deificação) apareceu-me na cidade de São Paulo, declarando-me a frase promessa: EU TENHO MARAVILHAS A TE MOSTRAR...

Através desta sobrenatural aparição, assim como a Saulo de Tarso, passei a ser testemunha ocular de que Aquele JESUS que Se submeteu docilmente à crucificação em Israel não era outro senão o Filho de DEUS.

Julgado naquela ocasião segundo Seu aspecto humano, os judeus daquela época, não O teriam como a um impostor, caso o vissem assim como eu o vi.

- Ao contemplá-lo, meu corpo parecia estar se desintegrando.

paulorobertoprimeiro@itelefonica.com.br

Publicado em: 16 junho, 2008   
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