Eu não acredito que duas das maiores potências do globo de terrestre começem uma nova escalada de ataques “psicológicos”,
da mesma maneira que aconteceu pelo segunda metade do século de XX. A chamada “
guerra fria”, começou em 1947, apenas a Segunda Guerra Mundial terminou. Nem mesmo o tratado de Yalta pode conter isto; lá estavam Wiston Churchill, pela Inglaterra, Teodoro Roosvelt, pelo EUA e Stalin pela URSS. A “guerra fria” consistiu em confrontação entre governos locais, se aliam estes a qualquer uma das potências. Falaram muito e fizeram pouco, espionagem, contra-espionagem, “nós temos a bomba atômica, nós desenvolvemos uma duas vezes mais potente”, isto ou algo semelhante se escutava na ocasião, era mais uma “guerra psicológica”
que face à incerteza e pelas dúvidas todas as potências armaram até os dentes. O primeiro que cunhou o conceito foi Don Manuel, escritor espanhol do Séc. de XIV. Quando a segunda conflagração mundial terminou, popularizou isto um editorialista em l947. O apse da “guerra fria”, foi entre 1948-1953, diminuiu depois disso, mas só terminou com a queda do Muro de Berlim, efetivando-se em 1991. Gorbachev, líder russo, com sua Perestroika, foi tirando a “guerra fria”, do tabuleiro internacional. Até alcançar seu objetivo eliminá-la. Hoje parece que Jorge Bush e Vladimir Putín, estão imitando aqueles que implantaram a “guerra fria”. O escudo anti-misseis que Bush quer colocar, abriu caminho para Putín se opor ao mesmo, dizendo que os EUA é um poder hegemônico; que o norte americano minimizou. Não convem a ninguém outra “guerra fria”, ambos os líderes sabem disto, porque eles colocariam o mundo inteiro a caminhar para o fim.
Bush alcançará seus objetivos e procurará algum modo para negociar com Putín, caso contrário seria mais um ato de irresponsabilidade do presidente dos E.U.A.