O ministro do Interior da Itália, Giuliano Amato, quer mandar multas por escrito para a casa de
clientes de prostitutas, e impedi-las de circular em ruas próximas a igrejas ou com grande frequência de menores.
A proposta de mandar multas para a casa dos clientes para colocá-los numa situação embaraçosa foi amplamente criticada. "Amato parece ignorar o impacto que
uma medida como essa teria nas famílias", disse Alessandra Mussolini, parlamentar de direita e neta do ditador Benito Mussolini.
Na Itália, assim como em muitos países, os clientes da indústria da prostituição não são punidos. Na prática, a lei italiana faz vista grossa para a atividade, punindo apenas os "exploradores da atividade", ou seja, os cafetões.
As recomendações de Amato fazem parte de uma campanha do governo para tirar as prostitutas das ruas.
(Por Roberto Landucci)
Publicado em: setembro 26, 2007
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