Mesmo que a tecnologia da informática tenha aprimorado os pianos digitais, o som deles continua sendo uma cópia precária dos sons dos melhores pianos de
cauda acústicos. Não se pode aceitar que os anteriormentes denominados pianos elétricos estejam tomando o lugar dos seus congêneres naturais. Na música
classica de concerto não há como substituir os classícos pianos orquestrais, restando à música
popular o seu emprego, por razões de
portabilidade e manuseio. Ademais, a menor exigência dinâmica e trimbrística da música popular torna possível o emprego com sucesso dos pianos digitais, já que o som será de qualquer forma amplificado. No estudo do piano, entretanto, o desenvolvimento pleno da técnica pianística requer o
piano tradicional e não tem como prescindir dele. Apesar do vaticício de décadas passadas da substituição dos arcaicos instrumentos acústicos por sucedâneos eletrônicos, o que se vê é a volta, até na música popular, do gosto pelo acústico, tanto é que bandas e mais bandas gravam discos acústicos com grande sucesso. Para o estudante de piano que tem necessidade de um instrumento portátil, é preferível ter o piano
digital como segunda opção aos estudos e nunca a única. Assunto: História do piano
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