O princípio da
modernidade se deu com a emancipação do
sujeito simbolizado pela máxima de René Descartes "Cogito Ergo Sum", penso logo existo. O sujeito como idéia filosófica properou de vento em popa até a culmunância da industrialização e o recrudecimento da produção em massa. Então quando tudo podia ser multiplicado à exaustão, percebeu-se que o
conceito de
arte como objeto único não tinha mais sentido, havia lugar para um tipo de arte que pudesse ser reproduzida exaustivamente, ensejando o nascimento da "
pop Art", a arte que explode em peças reproduzidas no espírito da época que se radicaliza no consumismo massificante. Andy Wharol, o filósofo visual, soube perceber este movimento da arte se apropriando do elemento descartável. Suas obras são a icononização de objeto banais, que descolados do seu contexto, se hierarquizam à categoria de objetos de arte. Mas a questão da autonomização dos objetos é suscitadora de outra que diz respeito à
imagem como contenedora da
verdade independizada do conceito. Uma imagem vale mais do que mil palavras? Parece que sim na conjuntura da TV como veiculador de imagens, portanto verdades. Assunto: Filosofia - Pós-Modernismo
Publicado em: novembro 09, 2007
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