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Shvoong Home>Internet E Tecnologia>Crítica de EUA e a Índia - Coperação nuclear de natureza civil

EUA e a Índia - Coperação nuclear de natureza civil

Crítica do Web site   por:Rosa Rio    
ª
 
Rediffnews - December 07, 2006http://www.rediff.com/news/2006/dec/07ks.htm Quando a India realizou o seu primeiro teste nuclear em Maio de 1974, estávamos no auge da Guerra Fria, e os Estados Unidos da América foram rápidos em impor sobre a Índia um apartheid tecnológico. Tudo começou com a legislação de não-proliferação nuclear e a criação do Clube de Fornecedores de Londres. Logo a seguir eram o Grupo Australiano, Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis, e o acordo Wassenaar. Estes acordos juntaram os aliados dos EUA na imposição de embargo sobre a exportação da tecnologia de dupla utilidade sobre os países como a Índia. O grupo dos fornecedores de Londres alargou-se para criar o Grupo dos Fornecedores Nucleares (NSG) e após o fim da Guerra Fria alguns países do antigo Pacto de Varsóvia -- e a própria Russia – juntaram-se ao NSG aceitando as imposições declaradas contra a Índia. China foi o último país a juntar-se ao NSG. Não haja dúvida que a China e a Russia aceitaram a liderança dos EUA em impor o apartheid tecnológico sobre a Índia. É por isso que há 3-4 anos, estes dois fornecedores de urânio enriquecido ao centro nuclear de Tarapur deixaram de o fazer. Tornou-se claro que a India tinha que lidar com os EUA como o principal responsável pelo bloqueio. O governo do Primeiro Ministro Vajpayee deu os primeiros passos na negociação com os EUA. Em 2005, durante o 2º termo da presidência de George W Bush notou-se uma mudança radical na posição dos EUA nesta matéria. Convinha aos EUA promover Índia como um potência do século XXI. Para isto tornou-se importante dismantelar o apartheid tecnológico imposto sobre a India.
Nos cálculos dos EUA para criar um novo balanço de forças, era preciso ganhar a parceria da Índia como uma fonte de recursos humanos e económicos, e como um grande novo mercado para complementar o mercado chinês que está a aproximar-se do seu ponto de saturação. O regime democrático, utilização da língua inglesa, uma população indo-americana em crescimento nos EUA e que contribui para os seus projectos de R&D são alguns factores importantes que favorecem o novo relacionamento. É de todo o interesse dos EUA promover a Índia como um parceiro estratégico para sustentar o seu próprio domínio económico e tecnológico na base da capacidade superior de inovação e competitividade. Foram estes calculus que resultaram na declaração conjunta de 18 de Julho de 2005. A parceira estratégica não afectou negativamente os interesses da India. As autoridades indianas estavam confiantes de que a China e a Rússia não desafiariam caso os EUA alterasse as suas relações com a Índia no que diz respeito ao apartheid. Post-Scriptum: O acordo foiaprovado em 9 de Dezembro de 2006 na camâra de deputados por uma maioria de 330 contra 59. Foi logo a seguir aprovado pelo Senando dos EUA. Falta somente a assinatura do Presidente G.W. Bush. A voz mais forte da oposição democrática foi a de Edward Markey.
Publicado em: 08 dezembro, 2006   
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