Um único nanotubo de
carbono de carbono com pouco mais de 1 milésimo de milímetro de comprimento foi capaz de desempenhar
todas as funções necessárias a um
rádio: antena, sintonizador, amplificador, e por aí vai. O incrível aparelhinho foi criado na Fundação Nacional de Ciência dos EUA e reproduziu um sinal gerado lá mesmo em um alto-falante de dimensões normais. Segundo a equipe que desenvolveu o badulaque, o menor rádio do mundo tem, sim, utilidade: ele possibilita a criação de pequenas máquinas controladas por rádio que podem ser injetadas na corrente sanguínea para realizar cirurgias, por exemplo. A primeira música tocada pelo nanor-rádio foi Layla, do roqueiro inglês Eric Clapton.