Matemática
subjetiva para o estudo da Amazônia
Geraldo L. Diniz
UFMG
Nesse sentido, o uso desse ferramental
matemático para estudos dos problemas pelas atividades antrópicas na Amazônia pode ter melhores resultados, uma vez que as informações obtidas pelos pesquisadores nesta região, na maioria das vezes, estão contaminadas com alguma “incerteza”, seja pela imprecisão ou pela subjetividade.
Além disso, o uso do raciocínio aproximado (base de regras), descreve de maneira mais intuitiva e, de certa forma, mais próxima da realidade do que as equações ou fórmulas acessíveis apenas para alguns poucos que dominam tais conceitos.