A língua
portuguesa sempre foi, e sempre será, motivo de discussões e debates. Todos falamos errado, de acordo com os costumes da região em que vivemos. A formação
acadêmica não garante a ninguém o falar correto.
Vemos muitas vezes mestres e doutores em entrevistas televisivas soltando um “menas”, “adevogado”, “fazem x anos”, e outros erros crassos, maculando nossa língua portuguesa.
Como faremos para conseguir que o aprendizado acadêmico nos dê
uma melhor formação e que quem nos ensina possa, de fato, nos passar o português correto?
Acredito que cabe a nós, corpo discente, exigir que o corpo docente seja melhor preparado, não só em suas matérias específicas, mas, que possa falar e redigir apostilas e textos com maior correção.
Se a situação acadêmica atual é assim, podemos imaginar o preparo que existe para os professores do ensino fundamental e médio desse país.
Pois, se os professores ensinam mal, formarão mal os alunos, e estes, futuramente, estarão ensinado as gerações futuras, de forma errônea.
Não adianta ficarmos discutindo em que região ou estado do País se fala mais corretamente. O que precisamos é respeitar os regionalismos e preparar melhor as gerações futuras.
Em todas as partes, teremos uma minoria que terá uma formação consistente que lhe permitirá um falar correto e uma maioria que continuará engolindo o S, matando as concordâncias e assassinando a gramática, em geral. Precisamos, nós jornalistas, nos esmerarmos para que se possa preservar a língua pátria. Afinal, seremos no futuro, formadores de opinião e o que fizermos poderá servir de bom ou mau exemplo para uma geração inteira.
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