Está em Lisboa
uma das mais polémicas exposições da actualidade. São 17
cadáveres e 250 órgãos conservados com recurso a
polímeros (um tipo de plástico utilizado pela técnica moderna de mumificação conhecida por plastinação) que mostram, literalmente, o
corpo humano por dentro e por fora. A comunidade científica está dividida sobre o carácter pedagógico da mostra, mas a verdade é que o número de visitantes não pára de aumentar. Para uns trata-se de uma profanação por expor cadáveres como obras de arte e para outros uma oportunidade única para ver como somos por dentro. A exposição está em Portugal (Rua da Escola Politécnica, 42) até Setembro.
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