“O HOMEM
MEDÍOCRE é incapaz de usar sua
imaginação para conceber ideais que lhe proponham um futuro pelo qual deva
lutar”. “Torna-se submisso a uma rotina, aos prejuízos, às domesticações que o
tornam parte de um rebanho”. “Não questiona”. “É
ignorante”. “Um ser
vegetativo, carente de personalidade, inimigo da perfeição, solidário e
cúmplice dos interesses que o transformam em burro de carga do rebanho social”.
“Vive de acordo com as conveniências e não consegue aprender a amar”. “Torna-se
vil, cético e covarde”. “Nunca será genial, herói ou santo”. “Só aceita as
idéias recebidas por tradição”. “Não admite idéias diferentes”. “Luta por
inveja contra o idealista e procura escurecer qualquer idéia nobre, para que o
idealista nunca esteja acima dele”. “O IDEALISTA é capaz de usar sua imaginação
para conceber ideais de perfeição muito elevados, põe neles sua fé, para mudar
o passado em favor do futuro, sempre está em transformação”. “Contribui para a
evolução social”. “É original e único, sonhador, entusiasta, generoso”. “Busca
a qualidade, distingue o melhor do pior”. “Tem sua própria verdade e não
despreza a dos outros”. “Levanta sua cabeça acima do seu meio, da sua educação
e das pessoas que o querem tutelar”.
COMENTÁRIOS
DE MÁRIO SANCHEZ – O filósofo ítalo-argentino José Ingenieros publicou isso em
1911. Vai já um século. Mas, nada mudou. Apenas o Homem Medíocre, como MASSA,
está hoje sendo manobrado por outros medíocres. Como em todas as civilizações
do passado que desapareceram quando a “plebe ignara” tomou o poder, aguardemos
o ponto de ruptura. Enquanto esperamos, uniremos os idealistas na confraria do
Mundo Novo e pediremos em nossas Preces, a Ajuda do Alto, que sabemos sempre
estar aí.