Quão grandes obras ainda teremos, agraciados na magnífica e acumulada
história das letras, agora ter confirmada
como na ERA LITERÁRIA
DEFINITIVA: o Racionalismo. A assunção da existência do homem de parte de seus
conhecimentos e da origem material e evolutiva comum, resulta, até como orientação, e inclusive no que lhe tange sobre o conhecimento de si mesmo, no desencanto concernente a todas e quaisquer relações de
igualdade. Tornado o tema em toda sua "redundância consciente", podemos
considerar que o mesmo transpassa o próprio conhecimento, à medida que
calca-se em dados concretos que vão desde à constituição do Universo até
múltiplas provas de nossa origem comum, mas ainda dentro do infinito tempo que desdobra. O estudo de ciências é atualmente ocorre em duas vertentes principais: a "estabelecida" Teoria do
Evolucionismo, de Charles Darwin; e o "abrangente" Criacionismo,
declarado na bíblia e também de forma simples, mas ainda mal compreendida, na
Escrituração "Universo em Desencanto" do Sr. Manuel Jacintho Coelho. Em junção com as importantes obras sobre o universo material e humano do poeta Edgar
Allan Poe e do antropólogo Carlos Castaneda, virão para o sacramento de tudo, com o Racionalismo Cartesiano (razão inata do indivíduo) as muitas teorias que tratam de um "Mundo Racional" ainda não de todo conhecidas, para assentar a base para a ERA LITERÁRIA DEFINITIVA (Racionalismo).
Quando tomado o Racionalismo aplicado às Letras, obteremos os seguintes atributos:
- concepção estilística nos conceitos a priori;
- congregação de todas as Eras Literárias;
- grande variedade de elementos de proposta;
- abordagem criacionista dada à evolução literária;
- busca do conhecimento absoluto
da fonte na "Unidade Original";
- valorização das idéias partindo da concepção de temas em sua eterna atualidade;
- propriedade da
ultraredundância.