Funcionamento global por intuição ou
fobia O “Eu”funciona noutro plano
global intelectual, de interpretação pura, intuitiva e instantânea, por fruição
positiva de afectos sobre qualquer
emoção (funcionamento por intuição de normalidade estética, enquanto símbolo
real interior da moral humana natural, por exemplo); e por fruição negativa de afectos sobre qualquer outra
emoção (funcionamento em fobia, por exemplo).
Estes dois últimos funcionamentos
estão bem expressos, e são notórios na comunicação escrita ou verbal de
qualquer “Eu” a outro; dando origem a dois tipos de pensamento: o estético e o
fóbico.
A fobia é pior que o medo: o medo
passa, a fobia fica; no entanto o medo é uma necessidade instintiva para se
recriarem e adoptarem estratégias de defesas futuras e de resistência moral do
“Eu”; como é o caso da produção de Arte, seja ela qual for.
O pensamento associado e
simultâneo súbito, com expressão verbal por frases faladas de dogmas e delírios
vulgares.
Funcionamento
pontual intuição e fobia
Na ausência de conhecimentos de comportamento
(a criança, por exemplo) e na carência de um conjunto de sugestões
(educativas), incluindo desorientação moral
(dependência das ideias de terceiros) anímica, psíquica, ou existencial;
hiper melindre nervoso de reacção a objectos exteriores bizarros ou factos
excêntricos notados noutros seres, qualquer ente funciona por intuição e fobia.
É nestas fases que se formam os complexos e manias comuns e se tem a tendência
para contrair confiança com outrem.
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