Este artigo discute as técnicas psicológicas que Hitler e os nazistas usaram durante os anos 30 para assumir
o controle na Alemanha e manter a ordem até a derrota em 1945. O artigo quebra vários conceitos sociológicos e psicológicos como obediência, conformismo, o poder dos símbolos icônicos, orgulho nacional e a autoridade de um ideal centralizado em um indivíduo. O artigo demonstra que os nazistas foram experientes em criar um ambiente no qual a psiquê alemã ferida, mutilada pelo tratamento rigoroso dado pelo Tratado de Versalhes e a opressão estrangeira, foi capaz de
restaurar sua força sob o símbolo da suástica. Embora muitos alemães compreendessem que os nazistas talvez fossem corruptos e executassem ações cruéis contra seus companheiros, elementos psicológicos particulares que os nazistas instalaram quando de sua ascensão ao poder nos anos 30 proibiam qualquer indivíduo de se opor ao regime. A última parte do artigo discute como muitos alemães sentiram que seguir aos nazistas era uma forma para eles de restaurar o orgulho que perderam, e Hitler capitalizou este sentimento com grande eficiência. Há também uma breve descrição das táticas que Goebbels dispunha ao usar o Ministério da Propaganda para manter as massas alemãs completamente a mercê da brutalidade nazista.