A partir de uma conversa entre livros, sonhos e poesias, surgiu o Baile dos Seres Imaginários. O nome foi em homenagem a
obra O Livro dos Seres Imaginários, de
Jorge Luis Borges. Com o intuito de unir poesia, performance e música, bebendo de autores já consagrados como Carlos Drummond de Andrade, Ferreira Gullar, Cecília Meireles, assim como da produção autoral do grupo.
Da simbologia das fábulas mitológicas foram construídos e moldados os seres: Rodrigo Fischer, O Imaginado, Aldemir Homem Suco, O Corcunda, Rafael Luiz e Williams Souza, Os Gêmeos desiguais Castor e Pólux.
Para a Bienal apresentaremos um trecho do espetáculo O Sétimo Céu, um redesenho das imagens que nos cercam através da leitura e da imaginação.