No curta metragem, "Mãe de Lesbos", com recursos de patrocínio da Petrobrás, o filme, mostra uma senhora, mãe de uma adolescente,
lésbica e o
preconceito que a sociedade patriarcal e extremamente machista, impõem sôbre os diferentes(?). Ela, mesma, lésbica, sabe como ninguém o peso de assumir-se discípula de Lesbos.
Mas, há no filme , sempre, a marcante manifestação do amor.
A narrativa da película, começa com a mãe vendo sua filha chorar, e o motivo, o
amor por uma professora.
O que para uns, na nossa demagógica sociedade, é sandice e descaração, para a personagem, é uma natural manifestação de afeto por uma pessoa do mesmo sexo.
Em dado momento, ela, reconhece o quanto era ignorante, e como também, era cercada de pessoas ignorantes e preconceituosas.
Ela, lembra que, em sua igreja o pastor comentara que através da fé, um homem deixara de ser homossexual e hoje, curado(?), constituiu família e é feliz(?).
Aquí vai um pequeno comentário da minha parte: pode alguém deixar de ser homossexual? E, em tentando, será feliz? Se descobrissêmos que o nosso filho ou filha fosse homossexual, ele ou ela, seria menos do nosso sangue? E onde está a tolerância pregada por Jesus Cristo? Quanta hipocrisia!
Para ser homem, será preciso arrotar à mesa e dar uma porrada na mesma, dizendo: "eu, sou homem!" ? Se assim for, melhor ter a sensibilidade e a candura de um gentil gay. Basta de tanta grosseria. O filme, finaliza com a mãe dizendo: "eu, me dedico demais ao amor. Prá mim, o amor, é uma coisa sagrada e grandiosa. O amor, é o amor." E, ao fundo a música de Dolores Duran, dando o tom diz: "meu amor, ninguém seria mais feliz que, eu...se o teu carinho se juntasse ao meu..." . Precisa mais?
Lindo! Lindo! Lindo!
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