MINIMALISMO Numa ânsia de simplicidade radical, o minimalismo – apresentado em NY em 1966, aquando da exposição
“Primary Structures” – pretende servir-se de formas e cores primárias (estruturas primárias ou formas a, b, c). A ideia provém de De Stijl, mas os minimalistas Donald JUDD, Carl ANDRÉ, Sol LeWITT e Richard SMITH desenvolvem-na, dando às suas obras, de uma cor uniforme, dimensões gigantescas. São criações, dificilmente classificáveis, com o aspecto de esculturas coloridas e dimensões de obras arquitectónicas, que o público pode atravessar ou contornar, como se fossem edifícios.
As grandes esculturas são caracterizadas por uma sobriedade que inibe a emoção, impõem-se à atenção do espectador, chegam mesmo a provocar nele uma reacção física, mas o seu rigor asséptico não provoca qualquer reacção emotiva.
O
minimalismo é uma ARTE ESTRUTURAL, não é escultura, existe a modularidade, a série. Segundo o livro de Donald Jud sobre o minimalismo, esta refere-se ao termo OBJECTOS ESPECÍFICOS ou ARTE TRIDIMENSIONAL, visto os minimalistas não usarem os termos pintura ou escultura. “A escultura perdeu o pedestal; a pintura perdeu a moldura”.