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Resumos e revisões curtas

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Shvoong Home>Artes & Humanidades>O Poeta José Osvaldo e a Plenitude do Viver

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O Poeta José Osvaldo e a Plenitude do Viver

por : LucEmille    

Autor : Lúcio Jr
José Osvaldo da Silva é um achado, um novo autor que
a cidade precisa reconhecer. Filho de Guilhermino Ribeiro da Silva e Maria Augusta da Silva. Os pais eram lavradores e vieram para a cidade. Seu José Osvaldo nasceu na roça, no Picão, atual fazenda do Juca Rufino.Eram dois filhos, ele e Maria Elísia da Silva. Quando veio para Bom Despacho, em 1969, morou com um tio. Na roça, labutava na lavoura; na cidade, entrou na Siderúrgica União Bom-Despachense
. Depois, foi para o Reflorestamento, onde gostou de trabalhar com plantas, e ainda gosta de jardins. As plantas precisam de carinho, explica, são como as pessoas.Vinte e cinco anos reflorestando, aprendeu a plantar, adubar, podar na hora certa, colocar água no momento adequado, observar a lua certa. Numa certa época, a Siderúrgica fechou e José Osvaldo foi para uma distribuidora da Skol
, cujo dono era o Denner. Além da distribuidora, trabalhava como motorista particular de Dª. Zezé, sogra de Denner. Depois esteve na Ford. Foi bom trabalhar, mas foram apenas oito meses. Depois, Marcelo (Tchelo) e Joaquim, pai da Cláudia, que também trabalha na D´ Vita, encaminharam-no para lá, empresa da qual gosta muito.José Osvaldo comenta que seria bom se o poder público asfaltasse a entrada da D´ Vita
, pois na época de chuva é muita lama, caminhões atolam, é esperar socorro e prejuízos. Muitas vezes, na época da lama, a lotação nem desce até a frente da empresa, observa ele, transmitindo o incômodo dos funcionários. Aproveitando a oportunidade, agradece à Gisele, uma excelente pessoa, ao Sr. Fábio, Sr. Cláudio, “Belau”, Paulo Sérgio Assunção, nosso gerente, todos dão muito força no serviço, são pessoas muito boas. Agradece também à esposa Alaese Geralda dos Santos Silva, ao seu filho Denner Júnio dos Santos Silva, à filha Fernanda Júnia dos Santos Silva, que o apóiam em sua caminhada e ajudam no trabalho, cuidam de todas as obrigações. É católico praticante, reza muito na Igreja da Rosário
e em casa. Sua leitura preferida é a Bíblia Sagrada
. Redige homenagens, orações, poemas e romances. Adoraria compor no violão, pois ama música. Muito empenhado, José Osvaldo está finalizando o Telecurso 2000
oferecido pela D´ Vita
com muita garra e entusiasmo. A propósito, eis o poema Falência do Viver
: Dizem que a vida começa aos quarenta, mas é apenas um incentivo que nos ajuda a viver.
A vida se inicia é ao nascer, depois dos quarenta o bicho começa a pegar, jacaré nada de costas e a cobra a fumar.
O mundo não acaba para nós, nós é que acabamos para o mundo.
Não sou o mesmo de ontem, amanhã não serei o de hoje.
Olho no espelho, vejo meu atraente rosto se desfigurar, não fico triste, nem a lamentar, me alegro com o privilégio de envelhecer.
Muitos não tiveram este glorioso prazer, morrem antes de nascer.
Agradeço a Deus pela valiosa vida que concedeu-me, a maravilha de viver.
Minhas ligeiras pernas se acalmaram, encurtando meus longos passos.
Meu corpo não elastica, como se elasticava.
Meu frágil esqueleto se curva, com o leve peso do meu esbeltico corpinho sedutor.
Meus cabelos ondulados e bonitos, desconfiei-me que eles não gostam de mim, começaram a dizer adeus a flutuar no espaço e se perder no infinito.
No passar dos janeiros, minha memória poderá se desmemoriar e se esquecer de tudo.
Só não posso lembrar de esquecer o amor da mulher amada.
São as mulheres a energia do meu viver, o oxigênio que busco em cada amanhecer.
A vida sem elas perde o sabor, a graça fica sem graça, igual a um jardim sem flor.
Publicado em: março 05, 2007
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