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Resumos e revisões curtas

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RUMO AO VENTO

por : ima    

Autor : INAJÁ MARTINS DE ALMEIDA
Sim...
Quantas vezes vejo a tristeza das tardes...
O vazio e a solidão que a noite guarda em seu sepulcro.
Quanto
mais, se o vento sopra,frio, tenebroso, barulhento,
No seu uivo desesperado.
Mais triste ainda, torna-se o vento,
Aumentando minha tristeza,
Quando vem lambendo o espaço,
Apagando rastros de sonhos deixados pelos caminhos.
Daí, o que poderia ser sonho eterno,
Torna-se fugaz, passageiro.
Num instante,
O curso de uma vida toma outro rumo.
Quem dera!
Horas felizes fossem eternas...
Quem dera!
Horas amargas, fugazes, passageiras...
Mas, como nem sempre
O vento tráz a brisa fresca da manhã,
A alegria da tarde,
O descanso da madrugada,
Continuo meu caminho;
Se triste, ou sozinha, vou seguindo,
O rumo do vento.
© Inajá Martins de Almeida
Publicado em: fevereiro 06, 2007
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Comentários sobre RUMO AO VENTO

Showing 1 out of 1   Adicione seu comentário.
  1. 0 Avaliações sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007
    1

    MariaNina

    Os CONTRÁRIOS

    ou OPOSTOS fazem-nos, não só avançar, mas perceber a beleza/horror do outro lado. Se não tivesse sentido a tristeza será que apreciaria a felicidade? Quantas vezes só depois de perder algo sabemos, só então, que era bom?

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