TRINDADE, O ERRO DA HUMANIDADE
Dogmas cristológicos dos concílios de Nicéia, Constantinopla e Calcedônia, não estão repletos de significados ontológicos?Mas e quanto àquelas fórmulas cristológicas dogmáticas, elaboradas nos concílios ecumênicos antigos, e com as quais se exigia que todos concordasse sob pena de excomunhão se aceitas, elas não anulam qualquer “baixa cristologia” e exigem
UMA “alta cristologia”, específica, a saber de acordo com Calcedônia ( 451 D.C.) que Jesus “É verdadeiramente homem e verdadeiramente “Deus” (Vere homo et vere Deus)? Entra então o papel do divino, mostrando e apontado pelo concílio de que Jesus é Deus, o todo poderoso.Os padres do concílio falavam do fato Jesus ser um “limitado-ilimitado” um “finito-infinito.” Infantilidade astronômica.Este ambiente intelectual, eles afirmavam que isto vai além da nossa experiência, o transcendente.É na verdade ligeira confusão que não queria dizer nada, mas justas postas e mutuamente excludentes.O próprio fato de que os antigos cristãos terem de realizar repetidas vezes concílios sobre o mesmo tema, sobre a mesma questão básica : Nicéia 325; Constantinopla 381; Efeso 431 e Calcedônia 451, demonstra a idéia da fixação de mostrar que Jesus é um Deus.Acredito que aqueles antigos cristãos tentassem expressar em termos filosóficos e ontológicos gregos a experiência ilógica cristã da irresistível “mistura” do humano e divino em Jesus. Um exemplo disto nos documentos do tomo do Papa S. Leão Magno que tanta influência exerceu na linguagem cristológica do concílio de Calcedônia, podemos notar o seu comportamento em primeiramente da adoração e da piedade religiosa para formulações abstratas, sem nexos e sem base axiológicas.Parece-me que neste ponto muito cristãos helenistas da época patrística fizeram uma mudança lingüística: “Dizer que por Jesus estar penetrado na fonte do ser, de “Deus”, podia portanto dizer que ele era Deus” mas do ponto de vista “lingüístico” essa mudança trouxe muita confusão em vez de esclarecimento, porque essa linguagem sugere que Deus todo infinito é junto com Jesus, uma pessoa só, contudo dizer que Jesus é “Deus” é dizer que Deus é finito e não criador mas criatura.Nos estudos de Edward Schillebeeckx, teólogo e escritor, faz uma afirmação semelhante quando escreve “ Desde de 1953, tenho feito firme oposição à formulação: “ Cristo é Deus e homem” também à confusa expressão “ O homem Jesus é Deus” A fórmula adequada seria “Jesus é o
filho de Deus em humanidade”.Podemos simplesmente deixa-las de lado, como a helenização do entendimento judaico original de Jesus ? Algumas coisas sim outras não.Na verdade, os princípios aceitáveis de interpretação, mostrariam que as palavras de Paulo deveriam ser entendidas que Paulo e seus seguidores as teriam entendido; e o próprio Paulo não fugiria da sua regra, ele era a figura de
UM judeu radical; na realidade hebreu filho de hebreus; quanto à lei, fariseu.Não podemos ver a figura Paulo através das lentes cristãs, mas sim considerarmos a vê-lo pelas lentes judaicas.Afinal não podemos esquecer que tradutores corruptos usavam técnicas conhecida como “Palimpsesto” empregadas para raspar os pergaminhos na sua escrita e assim qualquer tradutor poderia alterar e modificar escritos antigos.A respeito a divindade do personagem Jesus, a história mostra dois lados uma inexistente criada por fantasiosos e a outra documentos comprobatórios de um homem judeu.Exemplos semelhantes dessas deformações de nomes divinos podemos encontrar no grande papiro mágico de Paris (aproximadamente 300 A.D.) no qual Jesus também é invocado como Deus dos Hebreus. Mas esse sincretismo absurdo data do período romano final quando a magia eclética estava muito difundida naquela época. Ao tempo mais antigo das inscrições de Talpiot, a mais provável interpretação das duas seria “Jesus filho de Judas(ou Jehu=Yaohuh) (filho de Aloth)Encontramos exemplos nos estudos do pesquisador Alfred Plummer na qual cita esta frase: “É obviamente meninoJesus e não Theo (Deus)”. A trindade que é usada pela maioria da humanidade, seja ativos ou passivos, podemos compreender a seguinte técnica, chamada de teológica. O pai, o filho e o espírito santo é na verdade uma só composição, segundo as criações dos concílios, de que “Deus” é a concepção de três pessoas nítidas e deixando uma regra simples de que o pai, o filho e o espírito santo não se faz diferença pois todos são igualados numa só equivalência. Digamos então que o pai não pode ser maior do que o filho e todos se igualam na onipotência.Então isto nos da base de construir um filho altamente poderoso e dono deste total universo de religiões.Nenhum historiador que se preze jamais encontrará documentos antigos ou afirmará que o termo Jesus-Deus existiu. No vasto vestígios de documentos encontrados durante séculos a escritura sempre manteve confiável até a sua compilação caírem em mãos dos tradutores corruptos passando por várias e inúmeras fases de traduções , hoje no nosso tempo ela é conhecida por bíblia, um conjunto de livros que foram canonizados por pessoas que disseram ser santos, e também a decisão se entra ou não no Cânon, afinal sempre foi uma questão de poder. carlosvanilla@hotmail.com
Mais resumos sobre A TRINDADE O ERRO DA HUMANIDADE