A baixa auto-estima é uma carência de vitaminas emocionais. Deve ser preocupação diária dos
pais, pequenas doses de elogios.
Mas na medida certa porque o exagero deforma o modo como a criança se vê.
Cada
filho precisa de autoconfiança e consciência do próprio valor. De acordo com o humor e o temperamento dos filhos, vale a pena mostrar ao filho o seu valor. Incluí-lo no que faz é um grande passo. Ele não precisa demonstrar perfeição. Afinal é um aprendiz. Os obstáculos são necessários, você deve apresentá-los, mas não com exagero. Ajudar é importante, mas experimentar a frustração faz um bem enorme. Os desafios fora de casa são necessários, como excursões, equipes de natação, aulas de música, balé e ginástica.
Se os
pais observam que o filho está feliz com os resultados obtidos, não devem ser severos na crítica. A sensatez é importante ao avaliar. Uma palavra não muito bem empregada derruba todo um trabalho com a auto-estima.
Incentivar e elogiar verbalmente é a ordem do dia. Sentir o esforço é importante. Aliviar ansiedades, elogiando exageradamente é desastroso. Ouvir, acima de tudo. Desenvolver projetos juntos, pais e filhos. Levar em conta as habilidades das crianças. E é bom lembrar. A identidade é construída não com elogios, mas com atividades e sucesso.