• Registrar-se
  • ‎O que é o Shvoong?‎
  • Entrar
    Entrar
    Lembrar meu nome de usuário Esqueceu sua senha?

Resumos e revisões curtas

.

.

O EMPREGO HOJE

por : SOUSAFARIAS    

Autor : J.BRITO SOUSA
A relação empregadores  “versus” empregados, está hoje, na minha opinião, a deteriorar-se. Há licenciados em excesso
porque os cursos não respondem às necessidades e exigências do País. No fundo, com as políticas implementadas por este Governo de  Sócrates não se sabe o que é que o País quer, ou o que é que o Pais tem para oferecer. Porquê, isto? Simplesmente porque o Governo prometeu fazer uma coisa e depois apresentou-se no terreno a fazer outra. 
Nas reformas que o Governo está a levar a cabo, privilegia-se  a informática, com a aquisição de computadores por todas as escolas.  Ora, este indicador, faria supor que o mercado estaria carenciado de informáticos, mas parece que não. Há informáticos desempregados ou a exercer outras profissões que não a  de informáticos. Porque aqui é que está o ponto; não há um estudo a informar os alunos quais são as áreas carenciadas. No meu tempo também não havia, mas nós conhecíamos as tendências do mercado consultando os jornais da especialidade. E era essas faculdades que nós frequentávamos. E deu certo.
Hoje, o que se pede nos jornais através de anúncios, são ofertas de trabalho no ramo comercial, para delegados de vendas, que não têm salário fixo, andam de porta em porta e ganham à comissão, com a agravante de serem trabalhos precários, cuja duração normalmente é curta. De tal modo é assim, que às vezes, não se chega a começar o trabalho, porque a perspectiva de futuro não é nenhuma e é mais rentável não começar, porque pode perder-se um emprego que valha a pena.  
Entretanto, as políticas do governo vão na direcção de despedir os funcionários públicos e algumas empresas privadas também já despediram algumas centenas.  E criação de postos de trabalho, visíveis e adequados, não se vislumbra. Numa perspectiva linear, esse facto não acontece porque não há investimento. Então o que fazer? É um facto que as empresas precisarão sempre de mão de obra especializada  e não especializada e, deveria haver, uma colaboração mais estreita entre o tecido empresarial, representante do patronato e os Sindicatos, por exemplo, para que dessa cooperação surgissem hipóteses de criação dos postos de trabalho que os jovens de hoje necessitam.    
Uma das soluções para a criação de emprego, poderia ser resultante da aplicação de  medidas fiscais que beneficiassem as entidades empregadoras e pudessem  ser um estímulo para elas, no sentido em que poderiam criar outras áreas  de negócio, criando assim novos postos de trabalho. O desemprego é um flagelo a que os Governos dos respectivos Países deveriam  dar toda a atenção, o que parece não ser o caso do Governo Português. Ou será?..
Têm a palavra os meus ilustres convidados.
SOUSAFARIAS
Publicado em: abril 06, 2008
Avalie este resumo : 1 2 3 4 5

Adicione aos favoritos & envie aos amigos

.