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Shvoong Home>Artes & Humanidades>Resumo de Resenha do filme "Homem-Aranha 2"

Resenha do filme "Homem-Aranha 2"

Resumo do Artigo   por:PauloAOurives     Autor : Paulo de Almeida Ourives
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RESENHA: FILME HOMEM-ARANHA 2 Paulo de Almeida Ourives Em meio a muitos estudos e palestras na Faculdade, aprendi que as vezes devemos tirar o melhor proveito daquilo que vemos mesmo que as vezes um filme ou uma partida de futebol, vôlei ou basquete não nos agrade. Nesse filme do Homem-Aranha 2, que assisti uma cena me tocou mais do que qualquer outra. Foi quando a tia May, interpretada por Rosemary Harris, conversa com seu sobrinho Peter Parker (Tobey Maguire) e este pronuncia a frase: “como é difícil ser super-herói!”. Confesso que não imaginava ou não me lembrava de ter visto essa cena nos quadrinhos, até porque soube por intermédio de amigos meus, fãs desse super-herói, que até o momento, Hollywood, tem revivido filmes de heróis baseados nas histórias em quadrinhos já publicadas pelos idos das décadas de 40, 50, 60 e por aí adiante. Houve mesmo quem me chamasse a atenção para o fato de que a personagem Mary Jane Watson interpretada por Kirsten Dunst, é exatamente igual a personagem das páginas em quadrinhos. Mas voltando a frase, ela caiu como uma luva, diante de tantas coisas que tenho visto. Principalmente da força de vontade de milhares de brasileiros que mesmo recebendo um salário mínimo que mal dá para seu sustento, ainda assim, consegue se virar em dois, três e quatro para conseguir sobreviver mensalmente. Pior do que isso ainda é o fato de que muitos deles chegam a trabalhar em locais tão diferentes e distantes, que é necessário mesmo fazer mágica para conseguir trabalhar em dois pontos eqüidistantes. E o que dizer de muitos universitários que também sofrem para conseguir superar todas as dificuldades como as de ordem financeira, correm atrás de bolsas de estudo, trabalham nas horas vagas fazendo de tudo um pouco, até mesmo vendendo o corpo para pagar aluguéis absurdos, e ainda ter dinheiro para se vestir e se alimentar? É o que ocorre com nosso super-herói, que trabalha como entregador de pizza, e é fotógrafo nas horas vagas, vendendo suas fotos para o jornal do J. J. Jameson, mesmo sabendo que para ele o Homem-Aranha não passa de um marginal. A vida também é assim, quem mais se sacrifica e corre atrás do prejuízo nem sempre tem o valor que merece de quem está por perto e muitas vezes vive seu dilema particular.
Longe da família, sem ter com quem contar, vive na solidão sem ter com quem abrir seu jogo, para desabafar e colocar para fora todo o seu sofrimento e sua dor. E o que dizer do homem do Nordeste que sofria calado diante das intempéries do tempo, a seca escorchante, que castiga, mata a plantação e o gado, seca os rios, e o deixa sem nada? Como é difícil ser gente, diante de tantos infortúnios, e decepções. Talvez seja por isso que sonhamos em ser super-herói, mas não um super-herói como o Homem-Aranha, mas um Super-Homem. Já que ele como super, tem muito mais poderes, é mais rápido, mais forte, voa e nada o detém. Aliás ao fazer uma análise de todos os super-heróis conhecidos, criados pelos americanos começamos a notar que o Homem-Aranha, é justamente o único que não é rico, não é dono de nada, e luta para sobreviver como Peter Parker, e ainda luta contra os bandidos. Vive seu drama pessoal, com uma tia doente e viúva, e um amor não-correspondido com Mary Jane. Mas como nem tudo são flores para nosso super-herói ele ainda se vê as voltas com alguns monstros como Duende Verde e Octopus, só para lembrar dos mais recentes. Só que, apesar de tudo outro fato que chama a atenção é quando ele consegue prender algum bandido e deixa como marca um bilhete dizendo: “do amigo de sempre, Aranha”. Quer dizer, que depois de todo o sofrimento, mesmo vivendo momentos tão difíceis ele ainda tem tempo de fazer o seu trabalho, e ter bom-humor, para entregar o resultado do seu trabalho, com um sorriso de satisfação, por ter tido mais um dia de trabalho produtivo, na luta da vida, na luta do bem contra o mal, como nós vivemos.
Publicado em: 17 fevereiro, 2008   
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