Enquanto o pessoal discutia esta questão de semântica e retórica, os caras que faziam espadas e que nunca se preocuparam
muito com as tais questões fundamentais, ficaram com o tempo livre pra inventar a catapulta, a pólvora, o tresoitao carregado até a tampa e a fissão nuclear.
A bomba de nêutrons aposentou definitivamente o uso da espada, e a publicação de “O Espírito do Capitalismo e a Ética Protestante” demoliu de forma irrevogável, o que ainda restava de bom senso nas palavras do cara que foi pregado na cruz.
Quem somos? De onde viemos? E pra onde vamos? São indagações que continuam sem resposta, mas apesar de não melhorar a situação, agora pelo menos, temos certeza que não conseguiremos pagar a conta.
Tomara que não sejam muitos os pratos.
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