Em geral, o primeiro amor do adolescente ( inclusivé o da criança) é a primeira tentativa de uma vida que deseja libertar-se,
à custa de tentativas e medos, de indecisão e coragem, de terror valente...o valor aterrorizador ( como o sei).
Só a prática e a experiência nos tornarão experts nestes assuntos.
Mas já que a experiência conta, porquê não aproveitar a das melhores pessoas que nos precederam? Uma dessas veneráveis pessoas é o psicanalista Erich Fromm, o autor do livro.
Da sua vasta experiência clínica retira um precioso
conjunto de coisas que devemos ter em mente na hora de amar e com elas nos intriga, pois liga-as a um conjunto de reflexões sobre a natureza humana, estabelecendo connosco uma relação
central: do íntimo e central de si (sua capacidade de amar) à mesma instãncia em nós.
Previne-nos sobre as aparências com as quais as sociedades - em especial as consumistas - falsificam o amor ao mercantizá-lo. E com quanto sucesso - ai dor...- tiveram com isso...
Compara e distingue as diferentes facetas deste sentimento, tão ilustre e simultaneamente tão desconhecido, e o seu contrário, o ódio, tão mascarado,mas nem por isso menos presente.