• Registrar-se
  • ‎O que é o Shvoong?‎
  • Entrar
    Entrar
    Lembrar meu nome de usuário Esqueceu sua senha?

Resumos e revisões curtas

.

Shvoong Home>Artes & Humanidades>O SENTIDO DA AUTONOMIA NO PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO E OS DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO

.

O SENTIDO DA AUTONOMIA NO PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO E OS DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO

por : Rafaellacampos    

Autor : PROF. DR. HOLGONSI SOARES GONÇALVES SIQUEIRA e MARIA ARLETH PEREIRA
Analise do Artigo
O SENTIDO DA AUTONOMIA NO PROCESSO DE GLOBALIZAÇÃO E OS DESAFIOS PARA
A EDUCAÇÃO
Objetivos

 

·         Analisar a sociedade moderna, “sociedade globalizada” relações políticas, industriais e educacionais enfatizando a importância da construção do  indivíduo autônomo podendo assim ele desenvolver ações/tomadas de decisões firmes para responder/resolver novas problemáticas sucedidas desta nova etapa do capitalismo.
Metodologia

1.      Pesquisa de natureza bibliográfica
2.      Leituras de livros sobre Modernidade, Mundo, Política e Educação na Sociedade pós- moderna.
3.      Uma analise investigativa e enfatizando a reflexão.
Problemática

 

1.      Exterioridade  sócio políticos e culturais da globalização
2.       Organização/ação das micropolíticas e a cidadania pós-moderna
3.      Conflitos do capitalismo contemporâneo no mundo do trabalho/produção/consumo
4.      Aspectos políticos da educação na pós-modernidade
5.      A importância de uma educação  voltada para a autonomia deste modo  propiciando à criação de estruturas metodológicas mais flexíveis para reinventar sempre que for preciso, onde as relações pedagógicas são humanizadas.
Desenvolvimento

1.       A SOCIEDADE GLOBAL E A AUTONOMIA
 
Identificamos que a autonomia se deve localiza-se não apenas no campo tecnológico, mas também no alcance de toda a vida social, envolvendo noções da política, da cultura, do trabalho, bem como os processos de produção e consumo. Nas práticas da vida cotidiana.
A autonomia refere-se às múltiplas capacidades do indivíduo em se representar tanto nos espaços públicos como nos espaços privados da vida cotidiana, ao seu modo de viver e aos seus valores culturais; à luta pela sua emancipação e desalienação; à forma de  ser, sentir e agir;  à capacidade de potenciar atividades em diversas formas de trabalho; à resolução de conflitos; ao fortalecimento em relação às suas próprias emoções, que o torna capaz de solidarizar com as emoções dos outros e, enfim, estar mais associado em suas ações.’

2.       ­­­­­­­­ ­­­­­­­­&sh y;­­­­­­­­­­AUTONOMIAE TRABALHO
 
·         De 1945 a 1973, tivemos uma fase do capitalismo que se caracterizou como   “fordista-keynesiano” baseado na “rigidez total’ a autonomia não tinha lugar na indústria e nem na sociedade, uma vez que a modernidade se traduziu nesta maneira pela qual o modo de produção capitalista se organizou
Como base“(...) um conjunto de práticas de controle do trabalho, tecnologias, hábitos de consumo e configurações de poder político-econômico (...)”(HARVEY, 1992:119)
·         Terceira Revolução Industrial que caracteriza a etapa “pós-fordista” do capitalismo um “novo trabalhador”, cujo perfil de habilidades é completamente alterado e a autonomia passa a ter um lugar central
Portanto, somente indivíduos autônomos conseguem manejar ferramentas dinâmicas, como o conhecimento, a criatividade, a tomada de decisão e a comunicação, ferramentas  que diferenciam radicalmente a fábrica pós-fordista da fordista.
3.       AUTONOMIA E EDUCAÇÃO
 
A nossa educação tradicional enfraquece as atitudes que geram a autonomia, contrariando os valores damodernidade reflexiva e abstendo-se de qualquer iniciativa de entendimento de liberdade e decisão livre,é necessário Promover uma reforma profunda do ensino, começando pela valorização do professor.
O conhecimento na era da globalização tem sido utilizado na prática mais para inovar as condições de lucro do que para humanizar as condições de trabalho e promover a autonomia do indivíduo.
A educação precisa assumir seu verdadeiro papel na formação da consciência crítica, disseminando a autonomia como valor central na defesa de um projeto de cidadania moderno que promova a liberdade do homem.
A ausência de políticas sociais do Estado e de seu compromisso com a educação deixa os países mais pobres à margem do processo de globalização em curso.
 ‘Como a escola brasileira poderá reivindicar sua autonomia e que tipo de relações deve ser estabelecido entre sua ação autônoma e a sociedade globalizada, quando ainda vivenciamos uma prática escolar totalmente burocratizada, centralizada, marginalizada de todas as possibilidades de influência do novo paradigma do conhecimento reflexivo
Conclusão

Assim, com base nas idéias desenvolvidas neste trabalho em torno da globalização, autonomia, trabalho e educação, concluímos dizendo que o capitalismo avançado pós-fordista apresenta ganhos produtivos através da flexibilidade e das exigências em torno de novas aptidões pessoais e organizacionais. Porém, para que isto reverta efetivamente em benefício do indivíduo, instrumentalizando-o na direção da autonomia política plena, precisamos de uma reforma urgente e radical no papel do Estado (no que tange principalmente às sociedades pobres), na estrutura educacional e no engajamento da sociedade.
 
Publicado em: janeiro 24, 2008
Avalie este resumo : 1 2 3 4 5

Adicione aos favoritos & envie aos amigos

.