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Shvoong Home>Artes & Humanidades>Resumo de A linguagem do corpo raramente mente

A linguagem do corpo raramente mente

Resumo do Artigo   por:mjorge     Autor : revista de psicologia
ª
 
"Uma imagem vale mais do que mil palavras" Vejamos... ...o corpo, segundo os especialistas em comunicação não verbal, fala uma linguagem que é mais sincera do que as palavras. Através do nosso olhar, da nossa postura corporal, dos nossos gestos o nosso corpo transmite muito mais do que através de meras palavras. Ray Birdwhistell, professor da Universidade de Pennsylvania em 1970 concluiu, através dos seus estudos, que a relevância das palavras numa interacção entre pessoas é apenas indirecta, pois grande parte da comunicação processa-se num nível abaixo da consciência. Segundo este autor, apenas 35% do significado social de uma conversa corresponde às palavras pronunciadas, os outros 65% seriam correspondentes aos canais de comunicação não verbal. Birdwhistell, calculou que cada individuo emprega o uso de somente 12 minutos por dia de comunicação através das palavras, tornando assim a importância dos gestos não verbais tal, que um observador com uma grande prática era capaz de averiguar qual o gesto que a pessoa está fazendo somente ouvindo a sua voz. Investigações de Appebaum e colaboradores mostraram que a percentagem de comunicação não verbal na transmissão de qualquer mensagem, numa interacção entre indivíduos, é muito elevada, tal como, nos estudos de Mehrabian que indicam que a comunicação verbal é responsável apenas por 7% da eficácia da comunicação, o para-verbal por 38% e o não verbal pelos 55% restantes. Segundo o Professor Paul Ekman, todos os povos possuem o uso dos mesmos gestos faciais básicos para expressar a alegria, a tristeza, o ódio, o amor, o medo, a vergonha, a surpresa. Contudo em culturas diferentes existem diferentes sistemas não verbais distintos, vejamos: a mão fechada com o polegar para cima em Portugal quer dizer "tudo bem", na Alemanha significa o número 1, já no Japão designa o número 5, na Arábia Saudita indica que estou a ganhar e no Ganha é um insulto. Os especialistas no estudo da comunicação não verbal concordam especialmente no seguinte ponto, não é possível comunicar fingindo a linguagem corporal, podemos mentir através das palavras contudo os nossos gestos corporais serão o nosso maior incriminador. Em algumas ocasiões aprende-se a submeter a expressividade para conseguir obter uma sensação concreta, por exemplo num concurso de beleza, numa prova de xadrez, na marcação de um penalti, num discurso político, nestes casos muitas das vezes as palavras, os nossos gestos ou as nossas posturas são utilizados para transmitir determinados indicadores, com uma determinada finalidade específica, contudo podem não demonstrar verdadeiramente os sentimentos íntimos. Argyle, estudioso e pesquisador dos comportamentos não verbais, ao abordar o sistema não verbal, distingue os seguintes canais que são: o contacto físico; a proximidade; a orientação; a aparência; os movimentos da cabeça; a expressão facial; os gestos; a postura; o movimento dos olhos e contacto visual e por último os códigos para linguísticos.
Assim, estudos e pesquisas desenvolvidos por investigadores de diferentes áreas colocam em destaque a importância e o interesse com que a expressividade humana tem vindo a ser estudada. Enviar, receber e perceber sinais não-verbais são processos independentes, que ocorrem sem que se tenha, na maioria destes comportamentos, a consciência da sua causa ou do que está a acontecer, estes processos são naturais, mas podem tornar-se habilidades. A aquisição de conhecimentos teóricos sobre a comunicação não-verbal, bem como a habilidade de enviar ou receber sinais não-verbais, estão estreitamente relacionados com a actuação profissional do indivíduo na sociedade. Estas habilidades associadas ao conhecimento de conteúdos da área de comunicação não-verbal são importantes para o crescimento da competência social dos indivíduos, na sua actuação profissional e na sua vida. Para os profissionais das Ciências Humanas é importante conhecer e perceber os canais da comunicação não verbal, porque só assim conhecerão verdadeiramente o outro, porque o corpo tem uma linguagem própria, uma linguagem que é muda, mas uma linguagem tão expressiva que comunica mais do que as palavras. Se as palavras podem ser ambíguas a nossa linguagem corporal raramente o é. Conhecer a linguagem não verbal é conhecer-se a si próprio como ser humano, conhecer o que expressa a linguagem corporal, ajuda a percepcionar mais sobre si mesmo e sobre as relações com os outros. De uma forma ou de outra, é certo que em qualquer situação comunicativa, a comunicação não verbal é inevitável, por isso enquanto nos basearmos em padrões e estereótipos sociais, não conheceremos verdadeiramente os outros. Autor do Artigo Gui Duarte Meira Pestana Coordenador e Docente do Curso de Motricidade Humana Instituto Piaget, ISEIT - Mirandela gui_pestana@portugalmail.pt Inf. sobre o artigo Jornal "a Página" Nº 144 Ano 14 | Abril 2005 Pag. 44 Imprimir este artigo Versão para impressão Abre uma nova janela com este artigo numa versão mais amiga da impressora. LIVRARIA PUBLICIDADE EXTERNA
Publicado em: 13 agosto, 2007   
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  1. Responda   Pergunta  :    GOSTARIA DE SABER QUANDO UM HOMEM QUE VC TEM UM CASINHO FICA OLHANDO MUITO PARA MEU CBELO E ROSTO MAS NAO FALA NADA Veja tudo
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