Darwin, o cientista errado
Origem e desenvolvimento
da espécie humana, ou único ser de reflexo pensante
Todas as espécies vivas de seres humanos se agregaram e desenvolveram de forma autónoma, e diferenciada sexual e territorialmente, num oposto. Não derivaram de outras espécies animais, como Darwin erradamente propõe na sua teoria.
Quando o magma do planeta Terra arrefeceu, biliões e biliões de ácidos ADN fundiram-se aleatoriamente para dar origem às espécies vegetais e animais; daí a sua diversidade monumental.
A espécie na qual temos origem é o resultado de uma fusão de 27 mil pares de ácidos, ou seja 54 mil ácidos fundidos. Essa fusão fez-se com a separação em dois grupos sexuais (por algumas espécies de ácidos ADN específicos); por esta divisão de ácidos iniciou-se a fase de reprodução (por atracção/repelência de alguns desses ácidos), e evolução das espécies até àquilo que viria a ser o primeiro esboço científico dos primeiros seres humanos. Os ácidos juntaram-se por afinidades químicas, formando numa fase as células e desenvolvendo-se posteriormente em órgãos com uma função específica, ocupando um sítio estratégico no organismo global que é o corpo. O primeiro automatismo cerebral foi compatibilizar todos os órgãos entre si; o segundo a reacção e resposta a instintos. O terceiro a reflexão do pensamento.
As tensões prozóicas têm também aí a sua origem.