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Shvoong Home>Livros>TRANSFUSÃO DE SANGUE E VÍNCULO GENÉTICO

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TRANSFUSÃO DE SANGUE E VÍNCULO GENÉTICO

por : luxjus    

Autor : luxjus
TRANSFUSÃO DE SANGUE E VÍNCULO GENÉTICO
No nosso sangue temos diversos fatores, que dependem basicamente de nossa
herança genética. O fator sanguíneo mais conhecido é o OAB
O grupo "O" é o dos doadores universais, que podem doar para qualquer outro grupo sangüíneo (deste mesmo fator!!!).
O grupo "AB" é o receptor universal, que recebe sangue de qualquer outro grupo sangüíneo.
Existem também outros fatores, como o positivo e negativo, n e m, dentre outros.
Estes fatores são relevantes em duas situações: em transfusões de sangue, e na avaliação da paternidade. Para a avaliação da paternidade, o estudo do fator sangüíneo serve apenas para excluir a possibilidade, não servindo de prova de paternidade em caso de compatibilidade (aí deve ser feito o exame de DNA).
A exclusão de paternidade se dá pela comparação entre os fatores (genótipos) do filho e do pai, uma vez que o filho herda um genótipo de cada um de seus ascendentes. Valem as regrinhas de biologia (AAxaa = Aa, por exemplo). Aí vão os genótipos de cada um dos fatores:
· A: pode ser IAIA ou IAi
· B: pode ser IBIB ou IBi
· AB: IAIB
· O: ii
Para que se exclua a paternidade, basta que o genótipo do filho não possa ser obtido a partir das combinações possíveis entre o genótipo dos pais.
Por exemplo:
Um pai tipo A e uma mãe tipo O nunca vão poder ter um filho tipo B ou AB, apenas A ou O. Caso o filho nasça com o genótipo B, o pai em questão não pode ser o pai genético da criança, pois o genótipo B, como não veio da mãe, só pode ser vindo de outro pai. Por outro lado, se a criança nasce com o genótipo A, isto não prova por si só que o pai em questão seja o pai genético da criança!
Publicado em: maio 21, 2006
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