A causa dos processos de desintegração é a liberação de massa (diminuição do volume
nuclear) por
processos de aniquilação, estabilizando a relação entre o volume nuclear e a força magnética de união e ocorre por eventos que provocam a diminuição da força magnética de união, descompensando o equilíbrio desta força de união e o volume nuclear, ocorrendo aniquilações que ativam outras desintegrações, aumentando progressivamente a força magnética de união até restabelecer novamente este equilíbrio.
Nas estrelas, onde os elementos químicos foram formados, á medida que, estas estrelas produziam elementos químicos com mais volume nuclear, em processos de fusão nuclear, ocorriam processos de aniquilação entre elétrons e posítrons, para ocorrer diminuição do número dessas partículas na estrutura dos nêutrons e prótons e a distribuição de vetores de força magnética de atração (força magnética de união nuclear), entre os posítrons e elétrons e entre alguns posítrons e elétrons de novos prótons e nêutrons, para mantê-los coesos no núcleo atômico.
Porque considerar o equilíbrio entre a força magnética de união nuclear e o volume atômico e não com a massa nuclear?
O Volume atômico está sendo considerado como uma das variáveis na manutenção da estabilidade nuclear, sem que ocorra o processo de aniquilação, ao invés de ser a massa atômica, pois, quando um corpo é aquecido, a certos níveis de temperatura, começa ocorrer processos de aniquilação entre os elétrons e posítrons constituintes dos nêutrons e prótons de alguns núcleos atômicos. Como sabemos, quando um corpo é aquecido, a temperatura altera seu volume, mas, não altera a sua massa atômica. Para que esta relação de equilíbrio fosse entre força magnética de união nuclear e a massa atômica, no aquecimento de certos núcleos, deveria ocasionar aumento da massa nuclear, o que não ocorre, ocorrendo apenas o aumento do volume nuclear. Ocorrendo, então, o início do processo de aniquilação, por alteração do volume nuclear e quebra do equilíbrio com a força magnética de união nuclear, sendo assim a relação não é com a massa da matéria e sim com o volume das substâncias/energias magnéticas constitutivas dos elétrons, dos posítrons, das radiações eletromagnéticas, da energia escura e da matéria escura. Fazendo estas considerações, como não há relação com o aumento da massa e sim com o aumento do volume, ocorrerá desequilíbrio entre a força magnética de união nuclear e este maior volume nuclear, sendo uma relação de espaço com a força magnética de união nuclear e não uma relação de massa da matéria com esta força mangética de união. Deste modo quando um corpo é aquecido ocorre aumento do volume das substâncias/energias magnéticas e os neutrinos e antineutrinos não conseguem manter através de suas vibrações estes elétrons e posítrons como matéria, ocorrendo, assim, a perda da condição de matéria de alguns elétrons e posítrons se transformando em energia eletromagnética em processos de aniquilação. A cada processo de aniquilação terá que haver uma temperatura maior para que o processo se repita e ocorra posteriores aniquilações, já que com a perda de elétrons e posítrons a força magnética de união vá aos poucos aumentando pela diminuição do volume constitutivo do núcleo atômico, o que realmente ocorre nos processo de aquecimento.
O processo de dilatação que ocorre nos corpos não tem relação com o aumento de suas vibrações como prediz a teoria atual e sim com o aumento do volume das substâncias/energias magnétivas, tanto dos elétrons como dos posítrons, como também da energia escura formadora das camadas eletrônicas. Aumentando o corpo e os espaços entre as camadas eletrônicas, produzindo assim expansão volumétrica do corpo. Destas afirmativas tiramos que para ocorrer os processos de aniquilação entre elétrons e posítrons, produzindo radiação eletromagnética (com muita energia cinética) é necessário que ocorra o aumento volumétrico de suas substâncias/energias magnéticas, constituintes de seus núcleos atômicos. Um dos métodos que provoca este aumento de volume e consequentemente o inicio de produção de radiação eletromagnética é o aquecimento, mas temos que considerar que o ultrasom também pode provocar o processo de aumento de volume e ocorrer processos de aniquilação, que é o que corre no fenômeno da sonoluminescência.
Neste processo de aniquilação há a emissão 01 radiação eletromagnética (união magnética entre 01 substância/energia magnética positiva com 01 substância/energia magnética negativa), com energia cinética e emissão do neutrino e antineutrino do muón com energia cinética ou há a emissão de 02 raios de radiação eletromagnética mais 01 neutrino do elétron e 01 antinetrino do posítron que, também, são impulsionados por essa energia cinética característica da interação do elétron e do posítron.
O processo de aniquilação mantém o equilíbrio entre a força magnética de união e o volume nuclear. Esta força magnética de união nuclear é de característica magnética. Estes núcleos, quando estáveis, mantêm-se com elétrons e posítrons, por esta força magnética de união, sem que ocorra o processo de aniquilação.
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