Quando Albert Einstein postulou a teoria da Relatividade geral, ele contou com a
existência do espaço tempo (alguma energia invisível que formaria este espaço), somente não tinha uma explicação para defini-la. Foi proposto, por ele, que a gravidade era provocada pela quantidade de matéria que fazia com que o espaço sofresse uma deflexão e assim os corpos próximos a esta deflexão do espaço recebiam uma força os puxando para próximo deste corpo mais massivo, considerando, mesmo com outro significado a existência do "eter lumífero", proposto desde a antiguidade.
Pela proposta da energia escura ser o resultado das radiações eletromagnética após a perda da energia cinética, então as radiações eletromagnéticas propagam-se por esta energia escura (substâncias magnéticas), os elétrons giram ao redor dos núcleos atômicos, por esta energia escura, assim, ,mesmo Albert
Einstein não definindo espaço tempo, como sendo igual ao "eter lumífero", parece ser a mesma teoria, com entendimentos diferentes.
Albert Einstein afirmou que as radiações não precisavam de um meio para propagarem-se, mas admitiu a existência de alguma forma de "energia" que sustentaria os astros e que esta energia (espaço tempo) seria defletida pela quantidade de matéria.
Ao admitir o espaço tempo, mesmo sem dizer, disse que existe alguma coisa que preenche este espaço. Este espaço tempo, então seria o "eter lumífero" da antigüidade, e seria hoje o que chamamos de energia escura, porém, cada uma com uma concepção diferente, mas que não deixa de ser a mesma coisa.
Primeiro, entendíamos que a força da gravidade era uma força intrínseca da matéria, depois pela Teoria da Relatividade de Albert Einstein, que a força da gravidade era o resultado de estarmos submetidos a uma aceleração física contínua causada pela resistência mecânica da superfície da Terra e que a sensação de peso que temos resulta do fato da superfície da Terra nos empurrar para cima, considerando a curva do espaço- tempo.
Agora, não considerando que é a matéria que possui a força de gravidade e nem esta ação passiva do espaço tempo de albert Einstein e sim é a pressão da energia escura sobre a matéria (núcleos atômicos) e esta força faz com que a energia escura ao redor e internamente desse corpo exerça compressão nestes núcleos atômicos, produzindo uma energia escura circunvizinha compactada (aglutinada, que comprime o astro concentricamente). Esta compressão concêntrica é tanto maior quanto maior for a massa do astro (a quantidade de núcleos em relação à energia escura) e assim tanto maior será esta força gravitacional produzida por esta energia.
Colocado esta explanação, pode-se concluir que, não é a matéria maior que atrai a matéria menor ou que seja a deflexão do espaço tempo (curvatura) e sim a pressão da energia escura sobre a matéria menor faz com que ela se movimente em direção à matéria maior. Assim a força gravitacional não precisa de um mediador, pois, ela é reflexo da compressão da energia escura.
Por esta proposta do Tempo espaço de Albert Einstein ocorreu a concepção do buraco negro como entendido atualmente, percebemos que esta curvatura se torna um funil, que arrasta a matéria ao redor para seu interior, sugerindo que, o espaço tempo está sob o astro hipermassivo que se transformou em buraco negro, mas a energia escura comprimida, envolve todas as matérias, não sendo possível este afunilamento, o que ocorre é uma pressão, em todos as sentidos neste corpo, de maneira concêntrica, inclusive nos núcleos formadores deste corpo (pois existe energia escura, também na eletrosfera) e ao mesmo tempo que comprime a matéria esta energia escura fica aglutinada ao redor dos núcleos atômicos e ao redor do próprio corpo.
Assim, quem comprime a matéria (matéria antimatéria), ou seja estes núcleos atômicos, é a energia escura , portanto, uma ação ativa da energia escura, competitiva com a matéria e não uma ação passiva do tempo espaço proposta por Albert Einstein.
O Eter lumífero - Energia escura:
A radiação eletromagnética não perde a suas substâncias/energias magnéticas, e sim vai perdendo velocidade (energia cinética), à medida que estas substâncias/energias se propagam. Esta velocidade inicial que é a velocidade da radiação gama é dada pelas características da substância/energia magnética negativa e a da substância/energia positiva, que ao se interagirem impulsionam-se, pela força magnética, à velocidade da luz (ou melhor, à sua própria velocidade), destacando-se do neutrino e do antineutrino, tornando-se uma energia magneticamente neutra, apresentando campo magnético pela sua constituição e campo elétrico pela velocidade cinética em movimento ondulatório elíptico, assim, as radiações eletromagnéticas como os elétrons e os posítrons apresentam movimento em seu próprio eixo (spins), por possuírem estrutura dual.
Esta Radiação vai perdendo velocidade (energia cinética), pelas sucessivas interações com elétrons na propagação, como também no processo de reflexão, quando o núcleo emite radiação característica até estas substâncias/energias magnéticas (positiva em união com a negativa) ir transferindo energia cinética aos elétron e aos núcleos atômicos, passando por todo espectro das radiações eletromagnéticas, até se transformar em energia escura que preenche todo o universo (Eter lumífero).
Este assunto está sendo tratatado no Livro: Teoria Nuclear - As substâncias/energias magnéticas. Solicite o arquivo gratuitamente em luiz1611@hotmail.com