Pesquisadores da Universidade de Zurique estudaram a atividade cerebral de pombos-correio em ação. Os resultados: os pombos-correio
usam, de formas diferentes, o sol e o campo magnético terrestre como bússola, além de sentir o cheiro e usam pistas visuais como ferramentas para seguir seu caminho.
Os pesquisadores desenvolveram pequenos
registradores neurológicos que gravavam a atividade cerebral dos pombos durante o vôo. Como as aves ainda carregavam pequenos aparelhos de GPS para rastrear suas posições, o cruzamento das informações do GPS com a dos registradores neurológicos permitiu analisar o efeito do sobrevoo de um ponto visual.
Os cientistas detectaram atividade média e alta quando os pombos passavam por um ponto visual e alta em duas localidades sem referências visuais mas com a presença de colônias de pombos selvagens.