Na sociedade pós-moderna, o homem limita-se a garantir o pão de cada dia, não se importando muito com o
trabalho como forma de liberdade; talvez muitos pensem que o trabalho seja uma espécie de cárcere ou quem sabe, de uma gaiola; onde precisam passar apenas um ou dois períodos de 4 horas cada para acharem que são professores, ou melhor, educadores; embora este segundo título seja superficial e indefinido.
Precisamos conhecer vários aspectos políticos e sociais que permeiam todo o contexto
social da atualidade que não definem apenas limites, mas também possibilidades de trabalho dos professores, pois, é através do desempenho do seu trabalho que é formada a sociedade de pessoas que podem ou não ser criticas conhecedoras de seus direitos e deveres, dependendo de como são educadas. Portanto, para que haja um sistema sério que valorize o
professor como educador, é necessário que se faça uma avaliação e mudança de atitude de parte de todos, principalmente da escola que deve receber o título de “educadora” e não meramente de um local de trabalho, por mais que ofereça serviços profissionais à coletividade e esteja inserida dentro de uma sociedade trabalhista.
O trabalho do profissional de
ensino não deve ser alienado aos parâmetros da sociedade marxista e nem tão pouco aos grupos que detêm os “controles” da sabedoria, cujas instituições e atividades são predominantemente diretivas. O trabalho do professor dentro da sala de aula deve ter entre outras atribuições, o dever do ensino educativo; porque depende dele a recuperação do universo de valores e, formar o cidadão para a sociedade em que ele está inserido.
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