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Shvoong Home>Negócios E Finanças>Gerenciamento & Liderança>Crítica de Uma Abordagem Espiritual Para a Gestão das Vendas

Uma Abordagem Espiritual Para a Gestão das Vendas

Crítica do Artigo   por:LCFNavarro     Autor : Luiz Carlos Fernandes Navarro
ª
 
O emprego do termo espírito no título e no conteúdo deste texto não tem conotação religiosa ou dogmática.
O meu objetivo é demonstrar, segundo a minha visão, que o espírito de vendas é o desprendimento de uma energia interior latente inerente a todo ser humano que tem a missão de servir o seu semelhante.
Segundo C. G. Jung (Psicanalista e Filósofo, 1875 – 1961) – “... empregamos a mesma palavra (espírito), quando nos referimos a certas capacidades ou atividades psíquicas psicológicas do homem, como o intelecto ou a capacidade ou atividades de pensar ou raciocinar. Por exemplo, poderemos dizer: “Ele tem uma concepção espiritual”...”. Eu completaria afirmando: “Essa idéia provém de um espírito vendedor..." Usamos ainda a palavra como um fenômeno coletivo, para expressar o fato irracional de que cada período de tempo possui um certo espírito. Por exemplo, o Renascimento tinha um certo espírito, como foi ilustrado em sua arte, sua tecnologia, na matemática e na concepção religiosa... Todos esses fenômenos, característicos do século XVI, podem ser resumidos como o espírito do Renascimento.”
Com certeza nós também estamos criando um espírito para a nossa era, o espírito do conhecimento e da informação. Referindo-nos às organizações privadas, públicas ou ONG, podemos afirmar que o clima organizacional, responsabilizado pelo sucesso na gestão das pessoas e pela obtenção dos resultados projetados, é a expressão do espírito coletivo de seus colaboradores.
Jung continua dizendo, “... o espírito contém um princípio psíquico espontâneo de movimento e atividade; em segundo lugar, que tem a qualidade de criar livremente imagens para além da nossa percepção sensorial (num sonho, a pessoa não tem percepção sensorial..., cria imagens a partir de seu interior...); e, em terceiro lugar, que há uma manipulação autônoma e soberana dessas imagens...”.
Neste espírito do inconsciente, encontramos a matriz de nossas competências essenciais, por exemplo, a força de vontade, que segundo Jung, é a energia que está à livre disposição do complexo do ego, para criar e produzir.
É o potencial desta volição, inerente a todo Ser Humano que quero destacar e exaltar quando falo do espírito de vendedor, uma abordagem integral e humanizadora das competências do profissional de vendas.
Publicado em: 11 maio, 2010   
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