60° Os países pobres não dispõem dos chamados “paraísos fiscais” para captar
dinheiro sujo do tráfico, de organizações criminosas, dirigentes e políticos corruptos, para depois emprestá-los normalmente como dinheiro limpo. Assim, estes países pobres tornam-se reféns e escravos do escravizante agiotismo dos países ricos. Ou seja, o dinheiro sujo saiu dos países pobres e depois volta a eles como dinheiro limpo.
Os países pobres perdem duas vezes: primeiro é o dinheiro que sai ilegalmente, e depois é a volta desse dinheiro na forma de
empréstimos.
Só o cooperativismo limpo e honesto dos países pobres, na criação de um banco internacional, com recursos próprios de ajuda mútua, pode livrá-los de escorchante situação. Aliás, o nome mais adequado para tais receptadores seria “infernos fiscais”, pois são eles que sustentam a corrupção neste planeta.
Paraíso só existe um. Aquele criado por Deus para os espíritos purificados pelo batismo das virtudes.
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