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Shvoong Home>Negócios E Finanças>Recursos Humanos>Crítica de Os novos conceitos de logística como ferramenta gerencial

Os novos conceitos de logística como ferramenta gerencial

Crítica do Artigo   por:dedeca     Autor : Andréa Todescato
ª
 
Os novos conceitos de logística como ferramenta gerencial

:: Introdução Segundo Bowersox,1 a logística envolve integração de informação, transporte, estoques, armazéns, manuseio e embalagem. Hoje em dia, o conceito já é mais amplo, já falamos de um sistema logístico e até de uma cadeia de suprimentos- SCM (supply chain management) -, uma vez que envolve processos e funções integradas de maneira holística desde fornecedores e demandas até a satisfação/entrega do produto ao cliente final. Já segundo Dornier,2 logística é a gestão de fluxos entre funções de negócios. A definição atual de logística engloba maior amplitude de fluxos que no passado. Tradicionalmente, as companhias incluíam a simples entrada de matérias-primas ou o fluxo de saída de produtos acabados em sua definição logística. Hoje, no entanto, essa definição expandiu-se e inclui todas as formas de movimentos de produtos e informações. Ainda na visão de Dornier,3 logística e operações nunca antes desempenharam papel tão importante nas organizações. Mudanças nas expectativas dos clientes ou na localização geográfica continuamente transformam a natureza dos mercados dentro das empresas. Mudanças tecnológicas e mercados emergentes abrem novas formas de reorganizar, adaptar e otimizar o fluxo de matérias-primas, produtos semi-acabados, produtos acabados, peças de reposição e materiais reciclados. Segundo Dornier, em Logística e operações globais, três principais forças estão na raiz dessa evolução: :: a integração de funções internas: gestão da distribuição física, marketing, manufatura, etc. :: a cooperação crescente entre as áreas de logística e operações de diferentes elos na cadeia de suprimentos - SCM. :: a busca por melhorias na integração geográfica, que vai além das tradicionais áreas de atividade econômica para abranger o mundo inteiro como fonte potencial de clientes, conhecimento, tecnologia, matérias-primas, e assim por diante (como uma conseqüência da globalização). 1BOWERSOX & CLOSS. Logistical management.
2DORNIER (org.). Logística e operações globais.
3Idem. :: Os fluxos A fim de satisfazer à demanda de seus mercados, uma organização deve estruturar seus produtos e serviços de acordo com os seguintes fluxos, como descritos por Dornier:4 :: matérias-primas, do ponto de estocagem da fonte original até a entrega para o cliente; :: produtos semi-acabados, vindos de unidades de manufaturas próprias ou de fábricas ou armazéns dos fornecedores; :: ferramentas ou máquinas, de uma unidade de manufatura para outra; :: produtos acabados entre plantas, armazéns próprios, armazéns dos clientes, ou armazéns pertencentes a empresas de serviços logísticos; :: itens consumíveis e peças de reposição, de armazéns para os veículos dos técnicos de reparos, ou para as unidades dos clientes onde os equipamentos estão instalados; :: produtos e peças a serem reparados, da unidade do cliente para o local de reparo/recuperação; :: equipamentos de suporte de vendas, como estandes e displays, quadros de propaganda, literatura, e outros, das empresas para os agentes apropriados; :: embalagens vazias retornadas, dos pontos de entrega para os pontos de carregamento; :: produtos vendidos ou componentes devolvidos, dos pontos de entrega para o ponto inicial de armazenagem ou manufatura (fluxo reverso); :: produtos usados/consumidos a serem reciclados, recauchutados, reutilizados ou postos à disposição (fluxo reverso). Todos os fluxos de informações relacionados, que dizem respeito à criação e gestão de atividades gerais, e considerações logísticas e de operações devem ser associados a esses fluxos físicos.

Ambientes de negócios mudam de forma muito rápida. Por isso, os gerentes de logística precisam regularmente adaptar seus sistemas logísticos e precisam fazê-lo rapidamente. Segundo Dornier, quatro forças dirigem as mudanças do ambiente do negócio. :: O mercado - muda sob influência de produtos, necessidades de clientes, expectativa de serviços logísticos, mudança de localização geográfica, etc. :: A concorrência - ela incita as companhias a modificarem suas cadeias logísticas de suprimentos de forma contínua. A gestão de logística pode ser o meio de diferenciação para uma empresa em particular. :: A evolução tecnológica - freqüentemente oferece novos recursos. As mudanças de tecnologia afetam a logística sob a forma de inovações de manufatura que permitem meios mais eficientes de mudar o mix de produção. A tecnologia de informação, em particular, transformou a forma como funciona a gestão de operações e logística. A maior revolução tecnológica na área dos transportes foi a utilização de containers com a compactação de cargas em grandes caixas, otimizando sua movimentação e diminuindo a estadia de navios nos portos e, conseqüentemente, gerando economias de escala para armadores, operadores logísticos, transportadoras e clientes. :: A regulamentação governamental - freqüentemente, tem impactos significativos nas atividades logísticas. Por exemplo, regulamentações governamentais na Europa exigem que os fabricantes recolham os materiais de embalagens em seus clientes. Isto se chama logística reversa. Essas regulamentações criaram redes logísticas inteiras ao redor da gestão dos fluxos reversos das embalagens usadas.
Esses quatro fatores levam as empresas a ajustar suas estratégias e táticas de logística continuamente. De 1985 a 1990, o comércio entre as três maiores áreas econômicas no mundo - América do norte, Europa e sudeste asiático - testemunhou altas taxas de crescimento anual. Em 1994, o comércio mundial cresceu 9% em volume e 12% em valor, segundo Dornier.5 O desenvolvimento econômico está mudando as características dos fluxos logísticos globais - sua intensidade, necessidades físicas e assim por diante. Em relação aos fluxos, duas tendências destacam-se no contexto da globalização. A primeira é a intensificação do tráfego, que está sobrecarregando a capacidade da infra-estrutura em muitas áreas (principalmente, nos tráfegos aéreo, rodoviário, marítimo e ferroviário). Na Europa, por exemplo, congestionamentos, gargalos e falta de capacidade no sistema de rodovias causam maiores tempos de entrega e menor confiabilidade no transporte. A segunda tendência é o rápido crescimento dos fluxos de retorno pela crescente preocupação com os assuntos ecológicos,além de maior agressividade nas vendas - competitividade - e o desbalanceamento internacional dos fluxos. A tendência em direção à globalização está gerando uma nova visão de operações e logística. Em primeiro lugar, a logística é percebida como uma fornecedora de serviços. Em segundo lugar, operações e logística desenvolveram-se da simples movimentação de produtos pela cadeia de suprimentos para fornecedoras de informações. Desenvolvimentos em tecnologia permitem maior acesso a informações para fins de planejamento e gestão. E é sobre essas informações que trataremos nesse trabalho. Um sistema logístico não mais movimenta simplesmente mercadorias, agora, ele movimenta informações. E quais são essas informações? Como elas devem ser percebidas e captadas dentro da empresa? Quais são seus caminhos? O que procuramos desenvolver é justamente que a otimização dos caminhos que a informação percorre fazem com que ela seja um insumo apurado e essencial para a tomada de decisão. 4DORNIER (org.). Logística e operações globais.
5Idem. :: Integração das atividades logísticas A gestão logística é forçada a se adaptar ao ambiente competitivo e estratégico. O sistema logístico formado por todos os membros da cadeia global de suprimentos encara
Publicado em: 24 agosto, 2007   
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