É tempo de inovar.
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Publicado em: abril 19, 2008
Como todos sabemos, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) procura sempre utyilizar um padrão para os temas de redação, buscando em todos os anos aprimorar suas propostas, as quais exisgem que o vestibulando tenha adquirido uma grande bagagem cultural ao longo dos anos para dissertar sobre os maior variados assuntos: política, economia, problemas sociais e até assuntos comportamentais. Contudo, os temas que se aplicam ao nosso cotidianom como os citados anteriormente, tornam-se repetitivos ao longo do tempo e não há criatividade suficiente para não fazê-lo. mas a proposta de 2008 chegou para inovar.
Beleza, avanços da Medicina, conflitos mundiais: esses s/ao os temas mais utilizados quando se trata de proposta de redação. No entando, nem todos os candidatos estão preparados para desenvolver esses assuntos. Os que estão, expõem sempre sobre os mesmo pensamentos. Não há como fugir do tema, muito meno não desenvolvê-lo. Acabamos sempre no mesmo ponto: falta de criatividade. A proposta de 2008 deu aos vestibulandos suporte para novas idéias, além de exigir conhecimentos que antes não eram solicitados. Acredita-se que aqueles os quais aguardavam há tempo por uma inovação no sistema das propostas a serem redigidas ficaram realmente satisfeitos, mas quanto àqueles que, ou por natureza, falta de estudo ou informação já não demonstravam, a situação tornou-se significativamente píor no último vestibular.
Quando estamos no Ensino Médio, os professores nos forçam a ler certos livros, muitos deles até ditos como fazendo parte das leituras obrigatórias de certos vestibulares. Juntamente com a obra a ser lida, os professores também descrevem o autor, suas características e até o caráter dos personagens principais. A maioria dos vestibulandos de primeira viagem e todos os outros que não estudaram nem adquiriram vagagem literária ao longo do tempo caiu na cilada de ter como personagem representante do povo brasileiro Macunaíma, certa e obviamente comentado milhares de vezes pelos professores como o "herói brasileiro". Isso nos fez mergulhar novamente em um mundo infinito de clichês repetitivos, tornando a proposta com o "jeitinho brasileiro" de redação de vestibular: sem criatividade.
Do ponto de vista ético, a iniversidade deveria dar suporte a temas mais comuns, para que todos pudessem escrever sobre eles. Já de um ponto de vista mais seletivo, as propostas realmente são inovadoras para aqueles os quais têm suporte cultural para aumentar o nível de criatividade, conseguindo, assim, a vaga tão esperada. Mas enquanto o Brasil não se inovar culturalmente, não há como os textos serem criativos.