A Abóbada do Mosteiro da Batalha é o centro deste conto. O arquiteto Afonso Domingues, que lutou para por D. João I no trono, está construindo
um mosteiro e projetou uma abóbada incrível.
Mas em 1401 ele fica
cego e o
rei, aconselhado por seus conselheiros, chama um arquiteto irlandês, mestre Ouguet, para concluir o
projeto. Ele altera o projeto da abóbada e, logo após a obra ter iniciado novamente, a abóbada desaba sobre ele enquanto ele estava tendo um ataque. O rei chama Afonso, reconstitui-lhe o emprego e este o aceita após muitas desculpas. Ele então passa três dias de jejum sob a abóbada e morre quando conclui que a abóbada tal como a projetou não cairá.
Ouguet, que ria do velho cego, torna-se seu admirador. O que transparece nesse conto é principalmente o nacionalismo de Herculano: o português honrado e que fora guerreiro estava certo, e o estrangeiro arrogante (bretão, ainda por cima) estava errado e arrepende-se humildemente no final.
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