Um homem abandona família e sociedade, para
viver à deriva numa canoa, no meio de um grande rio. Com o tempo, todos, menos
o
filho primogênito, desistem de apelar para o seu retorno e se mudam do lugar. O filho, por vínculo de amor, esforça-se para compreender o gesto paterno: por isso, ali permanece por muitos anos. Já de cabelos brancos e tomado por intensa culpa, ele decide substituir o pai na canoa e comunica-lhe sua decisão. Quando o pai faz menção de se aproximar, o filho se apavora e foge, para
viver o resto de seus dias ruminando seu "falimento" e sua covardia.