O
livro é um relato da guerra urbana, porém, acompanhado do dia-a-dia de um grupo de
elite da Polícia Militar, o BOPE.
O livro conta que no início eram apenas 300
homens neste grupo, sendo assim, fácil de administrá-los e treiná-los para serem orgulhosos de integrarem um grupo tão limpo e tão forte, são verdadeiras máquinas de matar.
A primeira parte do livro fala sobre ações do grupo nas diversas áreas de conflito e pontos de vendas de drogas, onde apreendem armas e delinquentes.
Falam do treinamento pesado e das situações a que são submetidos os que desejam ingressar no grupo.
É contado minuciosamente, a ação do grupo que inclusive cita que até o aparecimento do BOPE, os bandidos se entregavam sem lutar, mas depois do BOPE, como sabiam que os homens de preto vinham para matar, os marginais se armaram e passaram a
lutar até a morte, o que tornou os conflitos muito mais perigosos.
A sugunda parte do livro
relata o envolvimento político das corporações e justifica o porque de tanta corrupção.
Com o aumento da corporação, elementos de dentro do grupo começaram a manchar a honra destes homens que até então eram incorruptíveis, pois tinham a certeza que para estar dentro do BOPE era preciso ser o melhor em tudo.
É um livro que prende a atenção e relata de forma aberta uma realidade que muitos tentam esconder.
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