"Eu tinha vinte anos e não permitia que ninguém dissesse ser esta a mais bela idade da
vida. Tudo ameaça com a ruína um jovem: os amores, as ideias, a perda da família, o ingresso entre os grandes. É muito duro obter a sua parte no mundo.
O livro fala da viagem como forma de
procura da
liberdade, mas conclui que das viagens só ficam as grandes desordenns de imagens. Qualquer apresentação do autor, ficará devedora ou remeterá inevitávelmente para o longo e muito belo prefácio que Jean_paull Sartre escreveu para este livro."