Para a maioria das pessoas o ato de matar é terrível e assutador. Quando se trata de um homícidio entre pessoas do
mesmo sangue, é hediondo. Os conflitos entre
personagens que têm vínculos estreitos de relacionamento amplia o que está em jogo para as partes nos dois lados. E esses sentimentos entre eles é ainda mais acentuado quando eles se importam uns com os outros.
O que ocorrerá será a transposição desses conflitos para as emoções do leitor, que se indentificará prontamente com esses personagens a partir dos sentimentos que possui pelas pessoas que ama na vida real, principalmente por suas famílias.
As relações de amor e ódio são os dois índices mais altos a se considerar. São elas que o homem comum, ou leitor, experimenta na maioria das vezes na vida em conjunto, e no romance, elas se potencializarão de acordo com as esperanças de alguns personagens em relação aos outros, como na vida real.
Ao escrever um romance o escritor deve criar laços muito íntimos no conflito central entre dois personagens principais. Irmãos, grandes amigos, soldados de guerra, pai e filho, mãe e filha. Isso ajuda a criar mais tensão em torno dos antagonistas.
Outra opção seria ligar os antagonistas por meio dos outros personagens secundários, proporcionando lhes cônjuges, amantes, filhos, pais e amigos queridos.
Lembrando, no processo de esboço é mais fácil criar esses vínculos, pois depois da consolidação desses personagens na mente do escritor, será mais difícil modificá-los.