Em “O Navio Negreiro” , Castro Alves _ O poeta dos escravos, expõe toda revolta frente aos donos de fazendas que importavam
os negros da África. Vinham apertados em porões imundos de navios, onde muitos morriam de fome e de doença.
Eram chicoteados pelos marinheiros, viajavam presos em portões fundos, infectos, apertados e imundos. Os mortos eram lançados ao mar.
Mulheres nuas e espancadas. Algumas moças, outras mães que
amamentavam crianças magras.
Todos dando adeus à
Serra Leoa, à guerra, à caça ao leão, ao sono dormido à toa sob as tendas d’amplidão...