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Resumos e revisões curtas

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Corola

por : JulyLeite    

Autor : Claúdia Roquette Pinto
Em princípio, os poemas de “Corola” apenas parecem falar do universo feminino: flores. Mas, vai bem mais longe. Os versos
incitam a refletir sobre tudo o que nos cerca, expõe o cotidiano com muita sensibilidade e subjetividade.   Claúdia Roquete-Pinto indica o universo em Corola que a maioria de nós esquece (ou tenta esquecer) que existe: o introspectivo. O dia-a-dia massacrante resulta na anulação da natureza humana, nos levando a preferível letargia num mundo que se apresenta, em sua maior parte, sufocante e agitado; o simples contato com o pensamento que deriva no som, na palavra, se torna ameaça; um universo coletivo negligente com o indivíduo (o eu clama para ser percebido).   Poemas permeados de meditação. Estado que aflora e caminha para prática. Assim Claúdia, também nos revela a sua relação com a poesia. O poeta diante das incertezas; do contato com o papel e com as palavras. A força presente nas palavras quando faladas põem em evidência o seu poder (de repulsa ou encantamento). O lirismo que ataca direto na alma, pois, é o objetivo das palavras: afetar o inconsciente e desejar o consciente.   Com sua linguagem Corola pode seduzir a todos que se deixarem levar pelos versos, que estimula a reflexão do singular, para atingir a pluralidade das ações da vida; que parti da busca do eu para o encontro do nós.
Publicado em: setembro 21, 2007
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Comentários sobre Corola

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  1. 0 Avaliações sábado, 29 de novembro de 2008
    1

    WMSouza

    A beleza do olhar

    O texto transmite uma sutileza e febre de desejar o mundo (e de perdê-lo e encontrá-lo escondido na face do cotidiano) que os poemas contém. Um breve e belo olhar sobre os poemas da excelente Claudia Roquette-Pinto.

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