No ano de 1560, nas proximidades da cidade do Rio de Janeiro, os índios aimorés estão em guerra contra os guaranis. Dom Antônio
de Mariz, fidalgo português que lidera os caçadores de uma colônia portuguesa, prometera a mão de sua
filha Cecília, a revelia da moça, a Dom Álvaro, um aventureiro seu conterrâneo. Mas a moça apaixona-se perdidamente pelo índio Pery, guerreiro da tribo dos guaranis, e este por ela. Em nome do
amor que sente por Cecy, o índio decide apoiar os caçadores contra os índios aimorés. Entre intrigas e tentativas de traição, a jovem Cecy é aprisionada pelos inimigos, os aimorés, e seu cacique perde-se de amor pela moça. Em seguida, Pery também é capturado pelos guerreiros adversários. Ao saber do amor da jovem a quem deseja tanto e do índio da tribo rival, o cacique aimoré decide matá-los. Todavia, o velho Dom Antônio consegue reverter a situação. O que eles não contavam era com uma nova traição que tornariam Dom Antônio e a filha prisioneiros em sua própria casa. O índio Percy, movido pelo amor, vai resgatar a sua amada, pois toma conhecimento de que ele pretende matar à filha e, depois, a si próprio. Pery implora por Cecília e Dom Antônio, comovida pela força de tanto amor, batiza o índio, tornando-o cristão e lhe entrega a filha. os dois jovens fogem e, a certa distância vêem o castelo de Dom Antônio ir pelos ares com ele dentro.