Nesse
romance, Carlos Heitor Cony conta a história de seu pai, passada entre os anos de 1930 e 1950. Chamamos a obra de romance,
mas o próprio autor revela, em seu início, sentir-se repugnado de chamá-la assim, preferindo os termos crônica ou reportagem. Aceita, também, a denominação de ficção. Texto profundamente emocional, relata histórias como a do balão que foi e voltou; o incidente das mangas do cemitério; o episódio do perfume que estourou nas mãos do capitão. Além disso, há o relato de um Rio de Janeiro que só existe no imaginário popular. Livro imperdível, por apresentar elemento de reflexão sobre o relacionamento de pais e filhos.