Hans Castorp é, nas palavras do narrador, um jovem “singelo” que vai de Hamburgo, sua terra natal, ao sanatório de Berghof,
na aldeia suíça de Davos-Platz, para visitar o primo Joachim, que se encontra enfermo. A intenção do protagonista é de passar apenas três semanas em companhia do parente, entretanto, ao aproximar-se o final do prazo, o rapaz descobre que também está doente e precisará permanecer internado no sanatório, onde ficará por
sete longos anos. Nesse período muitas coisas acontecem, ele se apaixona por uma russa que vai embora, seu primo Joachim, após ir embora sem estar curado, retorna ao sanatório para morrer e a atenção do jovem enfermo é concorrida por dois homens com visões de mundo completamente diversas. Trata-se de uma disputa intelectual, pois os dois tentam envolver Hans Castorp em suas idéias. Após sete anos e após comer por aproximadamente um ano em cada uma das sete mesas do refeitório, fechando um ciclo e mais um círculo do movimento existencial de Hans Castorp, o filho enfermiço está pronto para voltar, finalmente, à planície e à vida.
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