A esposa de Bird encontra-se no
hospital em trabalho de parto. Ele à procura dum mapa da África para sua coleção. Sonha com aventuras ao país exótico, e o nascimento do
filho é uma ameaça. Compra
um mapa. Depois, entra num fliperama para telefonar para a sogra no hospital. Mas o barulho ali é insuportável e ele mal consegue falar. Desliga o telefone e fica olhando uns jovens jogar. Interessa-se pelo jogo e se dá mal. Sua força é menor que a deles. Sai dali e os rapazes riem. Depois o perseguem para uma briga. Ele nocauteia um dos rapazes e eles por fim o deixam. No hospital nasce o filho, excepcional, sem chance de vida. Planeja matá-lo. Leva-o a outro hospital e induz o médico a dar água com açúcar ao bebê, em vez de leite. Visita o sogro e ganha uma garrafa de uísque. Procura Himiko, sua amiga, para beber com ele. No dia seguinte vai dar aula no cursinho e vomita na frente dos alunos. É despedido da escola. Volta para a casa da amiga e faz sexo com ela. A fim de ajudá-lo, sugere levar o bebê a um médico especializado em abortos. Lá ele daria fim ao “bebê-monstro”. Deixam o menino com o médico e vão a um bar gay. Lá Bird muda de idéia: volta à clínica, pega o filho e o leva de volta ao hospital para tratamento. Depois da cirurgia o bebê fica bom e ele descobre que o filho é parecido com ele. Feliz da vida vai ter a vida monótona de pai que não queria, longe das aventuras na África.
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