Seria possível em meio ao corre-corre do dia-a-dia e trabalho dar uma parada? É o
que propõe Chuck Martin em seu livro Café com eficiência, cuja idéia se permea na historia de Walter, que ao receber a proposta para assumir uma vaga de gerência, pede ajuda a Brian, este aceita, contando-lhe uma história:
Bill recebeu proposta para dirigir uma filial recém comprada, ao aceitar ela toma conhecimento que deveria melhorar o desempenho da filial em curto período. Bill concentrou-se apenas em atingir as metas. Ele trabalhava muitas horas por dia e cada vez mais percebia que as metas eram inalcansáveis, os funcionários se mostravam insatisfeitos. Sem saber o que fazer exatamente, certo dia, recebe alguém enviado pela matriz para ajudá-lo, era o professor. A proposta dele era que Bill parasse, e juntos fossem ao Luna’s para tomar um café. Relutante Bill pensava se tomar um café seria a coisa certa a fazer no momento, estando tão atarefado, mas aceita o convite.
O professor ao perceber que Bill não queria “perder tempo”, explicou que é preciso parar,
observar e escutar em volta, e entender o que está acontecendo. Parando e observando, Bill teria oportunidade de obter informações suficientes para encontrar o conhecimento, e então comprometer-ser a mudar. As pequenas mudanças, às vezes, bastariam para fazer alterações positivas, e despertariam o interesse de aperfeiçoamento das pessoas em redor, isso traria o sucesso de todo grupo. Tudo seria inútil se fosse monopolizado, pois quebraria o processo, assim, sendo necessário compartilhar com os demais.
Entendendo o porquê do tempinho para o café, Bill se identificou com os problemas relatados, logo se comprometeu a seguir os conselhos do mestre, em casa teve os resultados imediatos, por passar mais tempo com a família. Na empresa, reuniu os três gerentes e de modo
semelhante, levou-os para o luna`s, toda equipe foi envolvida no processo e as metas foram alcançadas.
O Walter entendeu a mensagem e agradeceu ao Brian, que lhe recomendou passá-la adiante.
O Texto traz à razão a antiga e desprezada prática de dar solução simples para problemas complicados, o que antes parecia um caso insolúvel, pôde ser solucionado apenas usando o procedimento semelhante ao de passar por um cruzamento na rua. É preciso parar sempre, e observar o que se faz, tirar do automático, sentir, envolver-se, pois assim as coisas tornam mais significativas para as pessoas e empenha-lhes o sucesso.
“Penso noventa e nove vezes e nada descubro: deixo de pensar, mergulho em profundo silencio, e eis que a verdade se me revela” Albert Einstein
Seria possível em meio ao corre-corre do dia-a-dia e trabalho, com tanta falta de tempo dar uma parada? É o que propõe Chuck Martin em seu livro Café com eficiência (110 pag.)
A idéia está permeada na historia de Walter, que ao receber a proposta para assumir a vaga de seu gerente que pediu demissão, solicita ajuda de Brian, um amigo bem sucedido no trabalho, o qual ajuda Walter, contando-lhe a história de Bill Taylor:
Bill estava a seis meses numa empresa quando seu chefe lhe oferece a direção de uma filial recém comprada, ele aceita a oferta sabendo que deveria melhorar o desempenho da filial em curto período. Bill seguiu o mesmo ritmo de trabalho do emprego anterior, sempre sobrecarregado, sem tempo para conversar, concentrando-se em atingir as metas. Ele trabalhava muitas horas por semana, e cada vez mais percebia que as metas eram inalcansáveis, também os funcionários se mostravam insatisfeitos. Sem saber o que fazer exatamente, certo dia, recebe alguém enviado pela matriz para ajudá-lo, era o professor. A proposta dele era que Bill parasse, e juntos fossem ao Luna’s para tomar um café. Relutante Bill pensava se tomar um café seria a coisa certa a fazer no momento, estando tão atarefado, mas aceita o convite.
O professor ao perceber que Bill não queria “perder tempo”, explicou que é preciso parar, observar e escutar em volta, e entender o que está acontecendo. Parando e observando, Bill teria oportunidade de obter informações suficientes para encontrar o conhecimento, e então comprometer-ser a mudar. As pequenas mudanças, às vezes, bastariam para fazer alterações positivas, e despertariam o interesse de aperfeiçoamento das pessoas em redor, isso traria o sucesso de todo grupo. Tudo seria inútil se fosse monopolizado, pois quebraria o processo, assim, sendo necessário passar adiante.
Entendendo o porquê do tempinho para o café, Bill se identificou com os problemas relatados, logo se comprometeu a seguir os conselhos do mestre, em casa teve os resultados imediatos, por passar mais tempo com a família. Na empresa, reuniu os três gerentes e de modo semelhante, levou-os para o luna`s, toda equipe foi envolvida no processo e as metas foram alcançadas.
O Walter entendeu a mensagem e agradeceu ao Brian, que lhe recomendou passá-la adiante.
O Texto traz à razão a antiga e desprezada prática de dar solução simples para problemas complicados, o que antes parecia um caso insolúvel, pôde ser solucionado apenas usando o procedimento semelhante ao de passar por um cruzamento na rua. É preciso parar sempre, e observar o que se faz, tirar do automático, sentir, envolver-se, pois assim as coisas tornam mais significativas para as pessoas e empenha-lhes o sucesso.
“Penso noventa e nove vezes e nada descubro: deixo de pensar, mergulho em profundo silencio, e eis que a verdade se me revela” Albert Einstein