Procurar
×

Registrar-se

Use sua conta no Facebook para registrar-se mais rápido

ou

Criar uma conta no Shvoong começando do zero

Já é um Membro? Entrar!
×

Entrar

Entrar usando sua conta no Facebook

ou

Não é um membro? Registrar-se!
×

Registrar-se

Use sua conta no Facebook para registrar-se mais rápido

ou

Entrar

Entrar usando sua conta no Facebook

Shvoong Home>Livros>Mitologia E Literatura Antiga>Resumo de A GUERRA ENTRE TUBARÕES E GOLFINHOS - FÁBULAS

A GUERRA ENTRE TUBARÕES E GOLFINHOS - FÁBULAS

Resumo do Livro   por:Ramacheng     Autor : ESOPO
ª
 

  É sabido que os golfinhos fazem frente aos tubarões, embora menores, porque se defendem e atacam aos tubarões em grupo enquanto estes não fazem o mesmo. Conta  Esopo de uma guerra entre as duas espécies e que a refrega prosseguia sangrenta, com mortos de ambos os lados. Aí meteu-se pelo meio um minúsculo peixe e audaciosamente se ofereceu para mediar a disputa. Em algumas versões, os golfinhos e em outras são os tubarões que lhe respondem: “Não me sinto tão ofendido pelo ataque dos fortes rivais quanto me ofende a pretensão deste atrevido e insignificante peixinho querendo decidir nossas diferenças...” Será que o próprio Esopo não se sentiu assim como o peixinho e recebeu essa reprimenda em alguns momentos de sua vida?  Isso acontece muitas vezes entre os países em guerra, entre empresas e empregados. Acontece até em arenas de disputas de luta livre, quando o juiz mais fraco que os contendores é atingido por desvario dos lutadores que ele quer separar. Afinal, qual é a aplicação aos fatos de nossos dias? Que tal o presidente da Bolívia querer dar conselhos aos magnatas da City de Londres sobre sua manipulação do valor do ouro, ou sobre o financiamento das fábricas de armamentos? É sério! Eu me sinto assim, muitas vezes, ao apresentar as soluções sociais, lógicas e bem fundamentadas, porém, nem os “delfins”, nem os “tubarões” vão ouvir. E eu corro o perigo de ambos quererem atacar-me. Nesta luta mortal entre facções humanas atiradas umas contra as outras pelos crocodilianos escondidos nas trevas, entretanto, tenho que avisar: “Não fico tão ofendido pelo poder inconfrontável que procuram exibir contra os que julgampeixinhos intrometidos, quanto me ofende a sua ignorância de que há um Juiz acima, mais poderoso e que vai liquidar tubarões e delfins na hora oportuna”.

Publicado em: 16 abril, 2009   
Por favor, avalie : 1 2 3 4 5
Traduzir Enviar Link Imprimir
X

.